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Marketing de Experiência cresce em meio a ações virtuais
Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 04/01/2010
thiago@mundodomarketing.com.br
A tecnologia avança na vida dos consumidores e é cada vez mais comum a criação de ações virtuais para envolvê-los com a marca. Redes sociais, e-mail marketing, aplicativos com serviços e games são algumas das ferramentas mais usadas por empresas na hora de chamar a atenção do consumidor. Mas e a experiência real? E o contato direto com a marca?
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9 AÇÕES DE TI QUE DEVEM SER FEITAS JÁ PARA SAIR NA FRENTE EM 2010
| Apesar de Dezembro já ter passado, o início do ano está aí, achei interessante as dicas abaixo. Feliz Ano Novo a todos! |
| “Dezembro dita o tom para o próximo ano em todos os negócios, mesmo que alguns diretores não percebam isso. Empresas que usam o mês de forma apropriada estarão mais preparadas no começo de 2010 do que aquelas que não parecem se preocupar com isso. Agora não é a economia que está bocejando, então prepare-se para tomar vantagem do momento de recuperação.Faça limpeza de disco Hora de verificar, comprimir, desfragmentar e arquivar gigabytes. Devemos expandir a limpeza de disco para ver todas as áreas funcionais para tirar o pó do velho e preparar-se para o ano novo. Mas a limpeza de disco afetas equipes de TI com um golpe duplo de saber o que deixar de lado e perceber que o que foi adiado se torna mais doloroso a cada dia. Vamos incluir o termo “limpeza de disco” nos processos de backup. Sabe a restauração do servidor de testes que você está adiando? Pegue um dia do mês para fazer. Cheque brechas no SLA para pedir restituições ou ajustes Mesmo os poucos que conseguem rastreiam o desempenho e oferecem restituições ou ajustes automaticamente. Isso significa que você deve checar os registros e notas de serviço para conseguir a compensação específica do seu contrato. Você não receberá um cheque com o retorno do que pagou durante interrupções, mas pode conseguir restituição aplicada nos próximos pagamentos do serviço, ou ajustes em alguma outra área. Mas você não conseguirá nada se não for atrás. |
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Como planejar melhor meu orçamento?
Consultor dá o passo a passo para acertar nas projeções das receitas, dos custos e das despesas de sua empresa para o ano que vem
Às vésperas do fim do ano chega a hora de preparar o orçamento de 2010. Com ele, sua empresa projeta receitas, custos e despesas — cálculo fundamental para o planejamento e a sanidade financeira do negócio. “O orçamento permite ao empresário traçar objetivos e metas, acompanhar periodicamente os resultados gerais e promover os ajustes necessários para manter o empreendimento nos trilhos”, afirma o consultor Kenzo Otsuka, da Trevisan.
Para ajudá-lo nas projeções, o especialista revela o beabá de um bom planejamento orçamentário:
1>>> PLANEJAMENTO GERAL
Comece com a análise de mercado. Procure identificar necessidades não atendidas que possam se transformar em oportunidade de negócios. Para isso, avalie seus produtos ou serviços, preços, perfil da clientela, da concorrência e também possíveis riscos a curto e a longo prazo. Leve em conta, também, o histórico de vendas e perspectivas para o cenário econômico. Pronto, agora você já tem subsídios para definir metas para as vendas e a produção. Objetivos traçados, avalie se sua estrutura é suficiente para a empreitada. Caso não seja, planeje as medidas necessárias para ajustá-la, com eventuais contratações, compra de máquinas e equipamentos ou realização de reformas. Por fim, se necessário, avalie fontes de financiamento tanto para eventuais investimentos, como para reforço do capital de giro.
2>>> ENTRADAS DE CAIXA
Com base nas metas definidas e nos preços de cada linha de produtos ou serviços, estime a receita bruta e os impostos sobre as vendas, mês a mês, para o período de um ano. Nas projeções, vale a pena prever dois cenários: um otimista, com faturamento acima do esperado, e um pessimista, com receita inferior às expectativas. A medida permite planejar, por exemplo, cortes de custos, se o desempenho do negócio deixar a desejar, ou a busca de novos fornecedores — se a demanda superar as previsões. O importante é não ser pego de surpresa.
3>>> CUSTOS E DESPESAS
Estime os custos e as despesas operacionais, mês a mês, para um período de 12 meses, com base nas projeções de vendas e produção do seu negócio. Para maior controle, divida as saídas de caixa por categorias, como, por exemplo, salários e encargos, aluguéis, serviços de terceiros, matérias-primas, energia e impostos. No caso do pagamento das comissões aos vendedores, faça as previsões na forma de percentuais sobre a receita — e não em valores absolutos —, já que a quantia vai variar de acordo com as vendas.
Fonte: PEGN
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A importância dos planos de negócio para levantamento de capital
Por Israel Wolf
Já falamos aqui sobre como capitalizar a empresa, gerar capital de giro ou aumentar o faturamento. Em outros tópicos, discutimos a importância de um bom Plano de Negócio ao começar uma nova empresa ou um novo produto/projeto.
Cada vez mais vemos as instituições financeiras exigirem o Plano de Negócio para aprovarem algum financiamento. Quanto mais específico é o financiamento, mais detalhes devem conter no documento.
O Plano de Negócio auxilia a projetizar toda e qualquer idéia, e saber traduzir idéias em projetos documentados já é uma exigência no mundo corporativo. Seja qual for a metodologia (a do PMI, contida no PMBoK tem se mostrado a mais popular mundialmente, além de ser utilizada pala NASA, etc.) é importante ter todos os planos de empreendimentos transformados em projeto. Leia Mais »
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Como capitalizar sua empresa
Antes de procurar um empréstimo para capitalizar sua empresa, veja se ela realmente precisa desse dinheiro, ou se somente um controle mais eficiente de gastos seria o suficiente para devolver o fôlego financeiro de que ela precisa. Se mesmo após um enxugamento das despesas sua empresa continuar precisando de um aporte financeiro, então recorra às alternativas que o mercado oferece.
Mas antes de recorrer ao financiamento, analise a viabilidade do pagamento desse empréstimo. Pegar dinheiro emprestado para cobrir dívidas, a médio prazo, pode fazer com que o rombo se torne ainda maior e impagável.
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Gestão: o certo e o errado ao agregar valor aos clientes
Inspirado no modelo Toyota e responsável pela ascensão ao topo da montadora japonesa, o Sistema Lean é um dos mais adotados por empresas de diversos setores e tamanhos por um motivo aparentemente simples: a experiência da Toyota “prova” por a mais b que é um sistema que realmente identifica atividades que agregam valor aos clientes (o que eles estão realmente dispostos a pagar) e elimina os desperdícios (o que eles não estão dispostos a pagar) – um diferencial competitivo que não pode ser descartado, principalmente nestes tempos de concorrência globalizada e crises que insistem em bater à porta.
Mas tão importante quanto a decisão de se adotar o sistema lean é a forma a forma de se fazer isso no dia-a-dia da empresa. Há, obviamente, maneiras adequadas – que adiantam o processo – e equivocadas, que só atrasam a real implantação do sistema. Após acompanhar diversas implementações lean em empresas dentro e fora do Brasil quero compartilhar algumas reflexões sobre o que dá certo e também o que dá errado em diferentes processos na empresa.
Na liderança:
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Exemplos de como acionar a criatividade
Por Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br
Inovação e criatividade são atitudes que geram negócios, surpreendem concorrentes e combatem crises. Muitas vezes nascem por uma questão de sobrevivência, mas em todos os casos são fruto do conhecimento, da flexibilidade e, principalmente, da motivação em querer transformar.
Acionar a engrenagem do motor da criatividade e da inovação não é um processo individual apenas. Direta ou indiretamente, toda a equipe e empresa fazem parte do processo de busca de novas alternativas criativas. Isso favorece uma maneira de enxergar diferente aquilo que todo mundo vê igual.
Para Ernesto Haberkorn, diretor da TI Educacional, as pequenas empresas devem sempre buscar novas possibilidades de alavancar os negócios. “No nosso país, onde há mais de cinco milhões de pequenos negócios, responsáveis por cerca de 20% de todos os produtos e serviços que produzimos, incentivar atitudes empreendedoras, inovadoras e disseminar cases e receitas de sucesso são uma necessidade e uma obrigação de todos”. Leia Mais »
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Planejamento sucessório: oportunidades e riscos
Por Nelson Junque
Planejar é algo intrínseco à atividade empresarial. Qualquer empresa, seja de pequeno ou grande porte, sabe que precisa de um plano de médio e longo prazo para guiar suas ações no dia-a-dia, inclusive para mudar de rumo e se adaptar a novas realidades sempre que necessário. Nenhuma companhia sobrevive sem um norte e é inegável que esse norte depende de bons líderes ocupando cargos-chave e da capacidade da empresa em renovar suas boas lideranças sempre que preciso. A durabilidade de um negócio está diretamente relacionada com a capacidade de antever, no presente, as pessoas que garantirão o negócio num futuro que pode ser amanhã. Leia Mais »
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Marketing e varejo de nichos
A web permite uma segmentação de público como nunca antes na história do marketing
Por Sandra Turchi
Para quem atua em marketing, sempre foi imprescindível a definição do público-alvo, mas agora, na era da internet e das estratégias digitais de marketing, isso é mais que uma regra, é um fator crítico de sucesso.
A web permite “como nunca antes na história do marketing”, uma total segmentação, em que por meio dela é possível ofertar produtos diretamente a públicos que os demandam. Isso é possível porque há inúmeras ferramentas disponíveis para que a empresa seja encontrada por quem busca determinado produto. Leia Mais »
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Estou pronto para abrir um negócio?
Responda às cinco perguntas a seguir e descubra se você está preparado para ingressar na vida de empresário
Por Carin Homonnay Petti
A ATIVIDADE ME DARÁ PRAZER?
Por mais lucrativa que a empreitada prometa ser, dificilmente você irá para a frente sem paixão pela atividade. “O ambiente dos negócios no Brasil é tão agressivo que quem não gosta do que faz dificilmente resiste à falta de infraestrutura e ao excesso de burocracia”, diz Marcos Hashimoto, coordenador do núcleo de empreendedorismo do Insper (ex-Ibmec São Paulo). Leia Mais »


