Posts marcados ‘Empreendedorismo’

As 6 diferenças entre executivos e empreendedores

Pesquisa publicada no Strategic Management Journal dos professores Jeffrey Dyer, Hal Gregersen e Clayton Christensen estudou empreendedores e executivos bem sucedidos com a intenção de identificar diferenças de perfil e comportamento entre eles. Neste artigo eu relato e comento alguns destes resultados. Em primeiro lugar, a pesquisa não identificou diferença em dois aspectos: Tolerância a riscos e lócus de controle. Normalmente, o senso comum diz que os executivos estão menos predispostos a correr riscos do que empreendedores, mas isso não foi constatado na pesquisa. Também se diz que os empreendedores tem maior necessidade de controle sobre o ambiente, mas os resultados indicaram que tanto executivos como empreendedores não se diferenciam neste aspecto. Uma possível explicação é que os executivos, na medida em que vão ascendendo posições na pirâmide hierárquica, vão adquirindo mais poder e responsabilidade, trazendo junto uma amplitude maior na abrangência de fatores sob seu controle. Consequentemente, usam este maior grau de autonomia para tomar decisões que geram maior impacto para a organização.
Dentre as diferenças entre executivos e empreendedores, vamos nos ater às diferenças de comportamento. A pesquisa identificou 6 padrões de comportamento entre empreendedores que não eram comuns entre executivos:

1) Propensão a fazer perguntas, sobretudo aquelas que questionam o status quo e exploram possibilidades sobre o futuro (ASK WHY);
Empreendedores tendem a fazer mais perguntas que testam as circunstâncias vigentes do que executivos. Os executivos têm uma tendência maior para seguir ordens e se adequar à situação do que questioná-la. Alguns empreendedores declararam que possuem executivos em seus quadros que tem muitos anos de casa, são valiosos, mas não têm idéias novas. Na opinião deles, estes executivos entraram no modo de operação, necessário para a empresa rodar, o que fez com que parassem de pensar (penduraram o cérebro)
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O novo perfil do empreendedor

Com a crise mundial aconteceram algumas mudanças no mercado e consequentemente no perfil dos investidores.

O empreendedor nato não se assusta com crises, na verdade ele vê nelas oportunidade para crescimento, procura saídas para se beneficiar, e durante o processo gera desenvolvimento.

Os grandes investidores que perderam muito dinheiro com a crise mundial se retraíram consideravelmente, criando oportunidades para os pequenos investidores, que por sua vez não perderam nada, ou muito pouco.

Agora é o momento de pequenos investidores/empreendedores se adentrarem em negócios onde não havia oportunidades, pois eram controlados por grandes investidores.

Em um próximo tópico comentarei sobre o levantamento de capital para estes investimentos. Até lá vamos discutir aqui as oportunidades latentes.

Sebrae disponibiliza cursos on-line para orientar empresários

 

Já tive a oportunidade de participar de algumas oficinas de empreendedorismo e estratégia no Sebrae. Há algum tempo também tive contato com o EMPRETEC, que é oferecido pelo Sebrae em conjunto com a ONU, mas este é assunto para um outro tópico. Todos os contatos que tive com a instituição me foram muito produtivos, tanto em termos de conhecimento quanto de rede de contatos (ou networking).

O Sebrae está disponibilizando dois cursos gratuitos on-line (com a opção de serem presenciais de forma não gratuita) com foco em empreendedorismo e abertura de negócio na internet. Os cursos contemplam tópicos muito interessantes incluindo finanças, indicadores de desempenho e pesquisa de mercado.

Aqui está a descrição completa deles:

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A pessoa empreendedora é apaixonada pelo que faz

Estudos sobre a atividade empresarial na década de 40, na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, estabeleceram o conceito de “motivação para a realização” e a identificação de um elemento psicológico crítico no empreendedor, direcionado para o “impulso de melhorar”. Gradativamente, o perfil empreendedor passou a acumular outros elementos com a sensibilidade de praticar o exercício de saber ouvir, o desejo de inovar e a capacidade de identificar oportunidades através da paixão pelo trabalho realizado. Ao contrário de sempre reclamar de algum problema, da ausência de oportunidades e de constantes desculpas, o empreendedor busca superar desafios e procura aproveitar cada oportunidade como um momento único para surpreender. Você conhece alguém com estas características?

Observe que diante destas atitudes de ouvir, treinar, inovar e ser uma pessoa apaixonada pelo que realiza, o empreendedor passou por inúmeras transformações e neste período contemporâneo pode ser presença nos diversos setores da economia e, nos mais diversificados ambientes do mercado de trabalho. Com brilho nos olhos, o empreendedor é capaz de relatar seu processo de mudança e desejo contínuo de encantar através da ruptura do comodismo, alternativas para inovar e superar expectativas. Observe que ao procurar um empreendedor, os dois fatores a seguir são presença nos traços de comportamentos e personalidade.

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A pesquisa de mercado pode definir o sucesso do seu negócio

 Nada como um exemplo real para elucidar nossas decisões e o passo a passo de nossos empreendimentos. O empresário Alcir Florentino compartilha conosco uma experiência mal-sucedida de um empreendimento na década de 90, onde a falta de pesquisa de mercado o levou ao fracasso, ou pelo menos o privou da melhor opção.

Importante lembrar que o que funciona para um negócio, pode não funcionar para outro, mas os erros, via de regra, são gerais.

Vamos ao estudo de caso:

“Uma breve história verídica, onde eu pequei por não ter feito tal pesquisa e acabei pagando caro.

Duras lições que a vida nos ensina…

O Plano Real e a subseqüente queda nas taxas de inflação foram, sem sombra de dúvida, os mais significativos eventos da economia brasileira nos anos 90, e por conta disso, a adoção de um novo conjunto de políticas macroeconômicas e a realização de reformas favoráveis ao mercado, foram pontos estratégicos para uma nova visão até consumista em nosso País_ o Brasil.

Também a década de 90 representou para a mídia brasileira, um período de intensa transformação e globalização. Na ocasião as TVs a cabo passaram a transmitir noticiários de todo o mundo, enquanto, as antenas parabólicas se multiplicavam aos milhões nas periferias das grandes cidades, igualmente na própria zona rural.

De olho no mercado promissor de antenas parabólicas, reuni-me com outros dois amigos e decidimos ingressar nesse segmento, optando por abrir e desenvolver uma empresa com o nome de Versat Indústria, Comércio e Representações Ltda.

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MONTE UM NEGÓCIO, NÃO CRIE UM PROBLEMA

Para quem pretende montar um negócio, tenha bastante cautela. Não admita ilusões, seja realista. Evite o empirismo, faça pesquisas, analise a concorrência. Pondere sua experiência no ramo, peça conselhos aos mais experientes. Você sabe como é difícil ganhar dinheiro honesto. Mas como é fácil vê-lo escorrer pelos ralos!

Preserve o emprego que você tem, enquanto faz o test drive. Considere que muitos dos que pediram demissão apressadamente para tocar um empreendimento estão hoje arrependidos. Alguns desses foram motivados a pensar que a vida de patrão era moleza. Não pense assim! O caminho do sucesso sempre foi e será encharcado de muito suor.

Decidiu, mesmo? Continue sendo cauteloso! Não faça como alguns que, precipitadamente, investem pesado na criação da logomarca, no design arrojado da fachada, no visual interno da loja, coisas do tipo. Depois descobrem (pasme!) que pouco ou nada restou para adquirir o estoque inicial, muito menos para manter o negócio em movimento. Leia Mais »

Empreendedorismo X Amadorismo – A Diferença Fundamental

Por Fábio Luciano Violin 

Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae, em 11 estados brasileiros, a mortalidade das empresas no primeiro ano de vida situa-se entre 30% e 61%. Nos dois anos seguintes, os números sobem para 40% e 68%. No terceiro ano, a mortalidade chega a 73%. 

Em outra pesquisa realizada pela UFPR, segundo a opinião de estudantes, os fatores que mais contribuem para o sucesso de um novo negócio, em ordem de importância, são: 

Informações e conhecimento; persistência e perseverança; recursos financeiros; qualidade no que faz; dedicação; força de vontade e capacidade de assumir riscos (este fator, apesar de ter sido pouco citado é considerado relevante). 

Quais são as razões que levam uma pessoa a deixar a empresa onde trabalha (por vontade ou demissão) e se empenhar em um novo negócio? 

E mais: algumas fazem um grande sucesso, ao passo que outros tomam o mesmo caminho e acabam fracassando. As razões para o insucesso podem ser várias, entre as mais comuns está a localização errada. Abrem um negócio sem um estudo de viabilidade, não analisam a concorrência, não possuem diferencial competitivo, não têm a menor idéia de como lidar com estrutura de custos e formação de preço, ou ainda pior… Não têm o espírito empreendedor. 

O brasileiro, por natureza, é empreendedor. Em um estudo mundial, constatou-se que o Brasil é o país com maior número de empreendedores, na frente dos Estados Unidos, da Suécia, da Itália, entre tantos outros. 

No entanto, existe um dado importante: somos os mais empreendedores do mundo, porém temos um percentual de mortalidade de novas empresas igualmente impressionante. 
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20 dicas para você vencer o medo de montar um negócio de sucesso

Se você tem vontade de ser um empreendedor, veja como é possível deixar a insegurança de lado e partir para essa jornada

Atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de montar um negócio. Seja numa situação de desemprego, seja pela vontade de ganhar autonomia, ah, com certeza todo mundo já foi cutucado pelo desejo de se tornar o próprio patrão. Mas a grande questão é: quantos desistem de colocar o seu sonho em prática? A maioria dos “aspirantes” a empresários, com certeza, joga a toalha antes mesmo de dar o primeiro passo. A razão está no medo. As pessoas têm pavor de apostar seu capital na montagem de um negócio e acabar perdendo investimentos que muitas vezes demoraram anos para serem acumulados.

Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec São Paulo, diz que o Brasil tem muitas oportunidades, mas os empreendedores não estão bem preparados para aproveitá-las. E acabam sucumbindo. Cerca de 80% das micro e pequenas empresas brasileiras fecham as portas no primeiro ano de existência. Além dos ventos muitas vezes desfavoráveis que afetam a economia brasileira, a razão para o fracasso está na falta de planejamento. Com os pés no chão, a chance de vencer a insegurança e ser bem-sucedido aumenta muito.

Os que alcançam o sucesso são aqueles que corretamente identificam as oportunidades e tiram bom proveito delas. E que não se intimidam. “Acima de tudo, é importante ter perseverança, determinação e não se deixar levar pelas circunstâncias agressivas, que muitas vezes ameaçam a construção de um negócio. É fundamental levantar-se rapidamente das quedas”, afirma Hashimoto.

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Mark Zuckerberg, do Facebook: um ícone do empreendedorismo, na FGV

Mark Zuckerberg, do Facebook: um ícone do empreendedorismo, na FGV
Por Katia Meireles – Insight Engenharia de Comunicação e Marketing
O criador do Facebook, o norte-americano Mark Zuckerberg, de apenas 25 anos, fez na Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) uma palestra na manhã desta terça-feira (dia 4) para 250 alunos da instituição, além de mais de 4.500 internautas que puderam acompanhar tudo pelo primeiro live stream do Facebook no Brasil, realizado direto da FGV.
A iniciativa foi uma parceria do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (FGVCenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (FGV-EAESP) com o próprio Facebook.
Num evento aberto pela professora Maria Tereza Fleury, diretora da EAESP, Zuckerberg, que cursou Ciência da Computação pela Universidade de Harvard, contou como criou praticamente do nada o que é hoje a maior rede de relacionamento virtual do mundo, com mais 250 milhões de pessoas conectadas.
Segundo Mark, o Facebook nasceu em 2004 com a idéia de conectar alunos de Harvard para partilhar informações e saber o que faziam ali os cerca de 6.000 estudantes que entraram nessa espécie de embrião do Facebook.
A rede cresceu tanto que, dois anos depois, foi preciso abri-la para assinantes em geral e, em 2008, criar páginas traduzidas para idiomas dos mais diversos países do mundo. Zuckerberg expôs números impressionantes do Facebook, como mais de um bilhão de uploads de fotos e mais de 10 milhões de vídeos postados, em média, por mês.
A idéia de trazer Zuckerberg ao Brasil, segundo Tales Andreassi, coordenador do FGVcenn, foi fruto de uma vontade do próprio Mark, que já manifestara o interesse de realizar uma palestra no Brasil, país com 1,3 milhão de usuários ativos do Facebook (sem contar aqueles que se cadastram e não utilizam o serviço): “Mark queria falar numa escola de prestígio, e escolheu a FGV”, afirma Andreassi.
Para Tales, palestras de pessoas como Mark, que conseguiram realizar coisas grandiosas tão cedo a partir de boas idéias, carregam um fator motivacional muito grande para os alunos. “Você vê uma pessoa de 25 anos capaz de realizar um empreendimento que envolve 250 milhões de pessoas em todo o mundo e isso leva a alguns questionamentos interessantes. Será que trabalhar num grande banco de investimento é minha única opção? Se tenho uma boa idéia não é melhor trabalhar nela? Esse é o espírito do Centro de Empreendedorismo: questionar se as grandes corporações são o único caminho para jovens formados”, explica.
Aluna da Pós-Graduação da CEAG, Fernanda Tribst assistiu a palestra e parece ter entendido a mensagem: “A palestra mostrou como jovens pessoas sem recursos financeiros iniciais podem desenvolver grandes empreendimentos”, diz, destacando ainda que o que Mark expôs serviu para mostrar o poder da internet e do fenômeno da globalização.
Para Laura Pansarella, do FGVcenn, que coordenou o evento de Mark Zuckerberg dentro da FGV, o encontro cumpriu o objetivo de pôr os alunos em contato com um jovem empreendedor internacional, que desenvolve um produto jovem e que fala a linguagem deles. “Dar exemplos reais e viáveis é essencial para despertar a visão empreendedora dos alunos. E, para eles, o Mark é considerado um ícone, assim como o Bill Gates”, disse, acrescentando que foi uma grande honra receber a equipe do Facebook na FGV-Eaesp, “todos muito simpáticos e acessíveis”.

Por Katia Meireles – Insight Engenharia de Comunicação e Marketing

O criador do Facebook, o norte-americano Mark Zuckerberg, de apenas 25 anos, fez na Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) uma palestra na manhã desta terça-feira (dia 4) para 250 alunos da instituição, além de mais de 4.500 internautas que puderam acompanhar tudo pelo primeiro live stream do Facebook no Brasil, realizado direto da FGV.

A iniciativa foi uma parceria do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (FGVCenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (FGV-EAESP) com o próprio Facebook.

Num evento aberto pela professora Maria Tereza Fleury, diretora da EAESP, Zuckerberg, que cursou Ciência da Computação pela Universidade de Harvard, contou como criou praticamente do nada o que é hoje a maior rede de relacionamento virtual do mundo, com mais 250 milhões de pessoas conectadas.

Segundo Mark, o Facebook nasceu em 2004 com a idéia de conectar alunos de Harvard para partilhar informações e saber o que faziam ali os cerca de 6.000 estudantes que entraram nessa espécie de embrião do Facebook.

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