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O primeiro passo para ganhar dinheiro com e-commerce: conhecer o seu consumidor online
O comércio eletrônico tem crescido em todo o mundo de maneira espantosa. Para ter uma operação de sucesso em comércio eletrônico é preciso descobrir como é o seu consumidor e como ele age com relação às compras. Para isso, é preciso segmentar o mercado.
Grosso modo, todo mercado se divide em segmentos de acordo com seu comportamento, localização, hábitos de consumo e outros critérios. No comércio eletrônico não é diferente. Leia Mais »
Empreendedorismo avança na Internet
Em artigo anterior, por ocasião da fusão Americanas-Submarino, havíamos apontado os riscos de uma forte concentração do e-commerce entre poucos e grandes varejistas. Afinal, esse tipo de concentração tende a gerar ineficiência econômica devido ao menor estimulo para o aumento da produtividade e oferta de preços,condições que só a competição pode propiciar.
No entanto, uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria eBit, trouxe noticias positivas para o empreendedorismo na Internet no que se refere a distribuição de mercado.O relatório compara a participação de mercado das maiores empresas no quarto trimestre de 2007 e no quarto trimestre de 2008.

No entanto, uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria eBit, trouxe noticias positivas para o empreendedorismo na Internet no que se refere a distribuição de mercado.O relatório compara a participação de mercado das maiores empresas no quarto trimestre de 2007 e no quarto trimestre de 2008.
Fonte: e-commerce.org.br
Pequenos varejistas se destacam no e-commerce
Long Tail apresenta crescimento de 1,62%
O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.
A confiança que o canal traz ao consumidor e a maior conscientização no ato da compra continuam sendo fatores que contribuem para essa tendência de aumento nas vendas. “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, explica o Diretor Feral da e-bit, Pedro Guasti.
Além disso, de acordo com Guasti, enquanto o Brasil não tiver uma taxa elevada de brasileiros com acesso à internet, as chances de aumentar a base de pessoas conectadas são grandes e, consequentemente, de consumidores do e-commerce. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.
Long Tail
O cenário para os varejistas on-line, no entanto, agora se mostra um pouco diferente. Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share.
Em geral, o perfil destes varejistas é composto por empresas que buscam oportunidades de crescimento rápido em nichos de mercado. Para isso, atuam em categorias em que as grandes ainda não estão inseridas, como artesanato, cestas de café da manhã, flores, livros técnicos e artigos de moda.
As ofertas de plataformas de tecnologia para o e-commerce com preços acessíveis são um fator importante para o crescimento. Outra ferramenta de destaque são os serviços de apoio oferecidos por sites como o próprio e-bit, que avaliam as empresas e certificam de acordo com a qualidade, o que ajuda a fortalecer a marca e a confiança do consumidor.
Já é possível ganhar dinheiro, e se divertir, com um site ou blog
Dailton Felipini
A Internet já conta com tantas páginas publicadas que é impossível se chegar a um número exato. E a cada minuto novas páginas sobem para fazer parte desse universo. Para a maioria das pessoas, publicar algo na Internet é apenas uma diversão, ou hobby, mas é possível compatibilizar isso com algum ganho financeiro, que se não é suficiente para deixar ninguém rico, pelo menos dá para pagar a hospedagem, o desenvolvimento de um site simples e ainda sobrar algum extra. O caminho para gerar receitas é a utilização parcial do site para publicidade. É interessante notar que durante o boom da Internet, a maioria dos projetos tinha como modelo de negócio a geração de conteúdo e a venda de espaço publicitário e praticamente todos fracassaram, ou tiveram o modelo de negócio alterado drasticamente. Então por que isso passou a ser viável agora, embora em dimensões mais modestas?


