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Goiás semeia a cultura da inovação

Goiás está entrando em um novo ciclo, um momento focado em inovação e competitividade. Uma série de ações têm acontecido e acredito ser apenas o começo de um novo perfil do mercado. Em breve disponibilizarei um material sobre a Lei da Inovação, entre outros, aqu ino Blog.

Por agora, uma reportagem com o Secretário de Ciência e Tecnologia, Joel de Sant´Anna Braga Filho:

“A melhoria da produtividade tem o seu efeito positivo na empresa no tempo presente de sua existência. Mas esse procedimento não é, de forma alguma, a garantia de êxito para o futuro. O futuro passa, portanto, pela inovação tecnológica. Desconhecer que a inovação envolve incertezas é insensatez. Afinal o futuro é um tempo desconhecido. Mas fechar os olhos à necessidade de se descobrir novos produtos adequados ao futuro também é insensatez. E isso pode ser muito perigoso à vida da empresa. A inovação exige uma certa audácia dos empresários no sentido de que assumam o risco na geração de novas tecnologias e novos produtos. Leia Mais »

Carta-convite e formulários do Pappe Integração já estão disponíveis

Já estão disponíveis no site da FINEP a carta-convite e o formulário para inscrição das instituições que desejarem operar o Pappe Integração (Programa de Subvenção à Pesquisa em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Norte, Nordeste e Centro-Oeste). Podem se candidatar à parceria fundações de amparo à pesquisa dos estados, secretarias estaduais de ciência e tecnologia ou entidades sem fins lucrativos indicadas pelas secretarias. São essas instituições que irão gerenciar todos os recursos localmente, transferindo-os às empresas beneficiadas. O envio das propostas pode ser feito até 12/04. O resultado final está previsto para  junho.

Lançado em dezembro de 2009, o Programa é uma nova iniciativa de fomento à inovação em 20 estados nas três regiões escolhidas. Ao todo, a FINEP destinará R$ 100 milhões em recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos) da Subvenção Econômica, para apoiar cerca de 500 empreendimentos.  A opção pela proximidade dos parceiros operadores vai garantir capilaridade ao Pappe.   Leia Mais »

Para investir em inovação, tempo é dinheiro.

O primeiro trimestre de 2010 pode ser decisivo para guiar os investimentos em Pesquisas e Desenvolvimento no Brasil. Isso porque, além das gigantes multinacionais, que podem criar seus próprios centros de inovação, um modelo que beneficia a grande maioria das empresas é o Open Innovation. Aliado a este modelo de inovação aberta estão as chamadas públicas para contratação de financiamentos, que podem sair a qualquer momento, dar oportunidade para as empresas inovarem, além de serem ou não reembolsáveis.

“A previsão é de que muitas chamadas públicas sejam abertas nestes primeiros meses do ano, período em que as empresas já devem estar preparadas a se candidatar aos benefícios fiscais que as chamadas públicas proporcionam”, explica Eduardo Peixoto, executivo chefe de Negócios do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R), centro de inovação que atua também como desenvolvedor da inovação por meio do Open Innovation. “Não há como prever quando estas oportunidades virão, mas é preciso estar preparado tanto na identificação de pontos para a defesa da inovação até a forma de captação, execução e gestão do projeto como um todo”, completa Peixoto.

Para este ano, os incentivos podem ser ainda maiores do que 2009. Só a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia (Finep) superou no ano passado R$ 900 milhões em operações de crédito, mais de 60% acima de 2008. Em 2010, a perspectiva do desembolso pode chegar a 80% a mais. Ou seja, R$ 1,6 bilhão.

FONTE: SEGS / Sindinformática

Confiança dos consumidores em lojas virtuais cresce no Brasil

Média foi calculada com base nos levantamentos mensais realizados por e-bit e Movimento Internet Segura; em dezembro, índice foi de 85,98%.

O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.

Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.

Os dados mensais revelam que o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%). Em dezembro, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Como o índice foi criado no ano passado, não há dados comparativos de 2008.

Desenvolvido em parceria com o Movimento Internet Segura, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o Índice de Confiança do e-consumidor mede a satisfação dos pesquisados com o desempenho das lojas virtuais.

Fonte: IDGnow