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Negação ao risco quebra as empresas
Acreditar que seria inimaginável entrar em um processo de bancarrota foi um dos sérios enganos cometidos por grandes corporações que se transformaram em um dos principais agentes responsáveis pelo estouro da crise no final do ano passado. Instituições bancárias centenárias e grandes indústrias dos mais diversos setores, em poucos meses, sucumbiram, desmoronaram impérios quase que “inquebráveis”, todos deteriorados por escolhas estratégicas equivocadas.
O ainda modesto reaquecimento atual da economia passará a medir se a amarga lição de um ano foi realmente absorvida e se a crise trouxe realmente um aprendizado. Foi o excesso de apetite ao risco ou a sua própria negação que cegou empresas que acreditavam estar vacinadas contra potenciais insucessos. Muitas delas simplesmente esqueceram de olhar para o mercado e lançaram produtos que não estavam alinhados a expectativa de seus clientes.
Um exemplo foi o setor automobilístico nos EUA. Algumas montadoras acreditaram que a força de suas marcas eram tão fortes que seu nome e tradição seriam suficientes para que o mercado absorvesse automóveis de grandes dimensões, mesmo indo contra a maré de demandas por veículos mais compactos e econômicos.
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Meu primeiro negócio
Em junho de 2008, o engenheiro mecânico Darlan Dallacosta, 27 anos, traçava o caminho inverso da maioria dos pesquisadores brasileiros: deixava para trás a universidade, mais precisamente o centro de pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina, para abrir a própria empresa, transformando em lucros o conhecimento acumulado ao longo de muitos anos.
Prestes a concluir seu doutorado em biomecânica, hoje ele está à frente da Scitec Soluções em Ensaios de Materiais e Produtos, com sede na cidade de São José, em Santa Catarina. A empresa, com apenas três funcionários, é uma das únicas no país especializada na avaliação de materiais e desempenho de produtos acabados para a área da saúde. “Fazemos testes completos de qualidade e performance de acordo com as normas nacionais e internacionais, em trabalhos que podem durar de poucas horas a 60 dias de operação contínua”, diz Dallacosta. Na carteira, 20 clientes, a maioria pequenos e médios fabricantes de próteses ortopédicas, que juntos garantem à Scitec um faturamento anual de R$ 300 mil. “A meta é atender pelo menos 40 parceiros nos próximos dois anos e expandir a participação no mercado, com trabalhos voltados às indústrias automobilística e naval.
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Qual o prazo ideal para o retorno do investimento?
Não existe um prazo de retorno ideal para um empreendimento. Mas é preciso manter o fluxo de caixa sob controle.
A resposta esperada, para esta pergunta, poderia ser:
- O quanto antes melhor!
Porém, na verdade, não existe um prazo de retorno ideal para um empreendimento.
Existe sim um limite de aporte de capital por parte do empreendedor, que dependerá exclusivamente das suas possibilidades financeiras, ou de um investidor, que poderá ser um sócio, ou outra pessoa ou instituição que acredita no potencial da futura empresa.
Enquanto a empresa não conseguir obter um saldo suficiente para cobrir as despesas, ou se este valor for muito pequeno, o empreendedor terá que realizar constantes subsídios financeiros, o que poderá esgotar as suas reservas financeiras ao longo do tempo, afetando não somente o negócio, como também a sua vida pessoal.
Portanto, mantenha total controle sobre o fluxo de caixa, pois este instrumento poderá avisar, com a antecedência necessária, as oscilações financeiras.
Esta é uma das 40 respostas elaboradas por consultores da área de Orientação Empresarial do Sebrae-SP, a partir de uma pesquisa realizada junto aos participantes do projeto sobre as principais dúvidas dos empresários apresentadas aos contabilistas.
Clique para baixar a publicação completa, em arquivo PDF. Sugerimos que imprima e leia com atenção: As 40 perguntas mais freqüentes dos empresários
Fonte: Sebrae
Critérios e conceitos para classificação de empresas
Os critérios que classificam o tamanho de uma empresa constituem um importante fator de apoio às micro e pequenas empresas, permitindo que estabelecimentos dentro dos limites instituídos possam usufruir os benefícios e incentivos previstos nas legislações. No Estatuto de 1999, o critério adotado para conceituar micro e pequena empresa é a receita bruta anual. Além do critério adotado no Estatuto, o Sebrae utiliza ainda o conceito de funcionários nas empresas.
Os critérios que classificam o tamanho de uma empresa constituem um importante fator de apoio às micro e pequenas empresas, permitindo que estabelecimentos dentro dos limites instituídos possam usufruir os benefícios e incentivos previstos nas legislações.
No Estatuto da Micro e Pequena Empresa, de 1999, o critério adotado para conceituar micro e pequena empresa é a receita bruta anual, cujos valores foram atualizados pelo Decreto nº 5.028/2004, de 31 de março de 2004, são os seguintes: Leia Mais »
Por que investir em ações?
Tradicionalmente a maioria dos brasileiros investe seu capital na caderneta de poupança. O que mostra duas coisas: sua aversão a risco e falta de esclarecimento dos agentes financeiros sobre outras possibilidades de investimentos no mercado de capitais. Não invisto em ações porque não entendo muito a respeito, ou, não entendo de ações, por isso não invisto.
Uma tendência de não correr risco faz com que a maioria opte por investir nos ativos de renda fixa em detrimento aos de renda variável. Os investidores americanos na terceira idade, ao contrário dos brasileiros, investem suas economias em ações de empresas sólidas e boas pagadoras de dividendos, o que mostra como a cultura faz diferença. São necessárias ações afirmativas de marketing no sentido de esclarecer as vantagens, desvantagens e riscos que oferecem os mercados de ações.
O que posso fazer com meu recurso poupado? A resposta está no dilema risco versus retorno. Quanto maior retorno, maior o risco. Quanto menor o retorno, menor o risco. A maioria dos investidores brasileiros opta em investir seu capital poupado em ativos de renda fixa. Porque são previsíveis seus rendimentos e menos arriscados, com retornos menores comparados aos ativos de renda variável no longo prazo.
7 dicas para o almoço de negócios
No nosso dia a dia temos várias oportunidades de encontros de negócios, uma bem comum é o almoço de negócios. Já li e ouvi várias dicas sobre o comportamento nestas ocasiões, resolvi sintetizá-las aqui.
A função principal do almoço de negócios é se aproximar de alguém que trabalhará com você ou de alguém que já faz parte da sua empresa. Com a agenda diária lotada este tipo de evento se mostra bem produtivo e útil. Vamos às dicas: Leia Mais »
Internet é a ferramenta de relacionamento da vez
Gostaria de postar aqui hoje mais uma matéria para reforçar o quanto a internet é importante para as MPEs quando se fala em relacionamento com mercado. Não basta ter um site “cartão de visita”, precisa existir interatividade e participação do cliente e a internet nos traz isso como também uma forma aproximar as empresas de seus clientes e fornecedores.
Este texto a seguir fala um pouco sobre esse relacionamento na internet.
Boa leitura!
Dilema de quem quer investir em uma franquia
A grande dificuldade de quem quer investir em uma franquia é se tornar um franqueado de uma marca consagrada. Se o investidor quer uma marca reconhecida, não existe muita oportunidade, afinal de contas, se surge uma oportunidade de ponto comercial perto da casa de quem se candidata a franqueado, o franqueador dará preferência para quem já faz parte da rede.
E se for entrar em marcas estreantes (aquelas redes com 2, 3 ou 5 operações, por exemplo), acaba correndo riscos elevadíssimos! Não se esqueça de que os “pioneiros são comidos pelos índios”.
Assim, mesmo com capital na mão, o investidor fica sem muitas opções!
“Nem céu, nem terra”! Busque redes no estágio inicial um pouco mais avançado de crescimento. Aquelas redes que tenham pelo menos de 2 a 3 anos de operação, dependendo da operação, e que tenham pelo menos de 20 a 40 unidades. Neste caso, a marca já consegue entregar mais acerto do que erros ao novo investidor, que terá seus riscos muito bem calculados.
Autor: Jae Ho Lee
Fonte: Voce S/A
Sebrae disponibiliza cursos on-line para orientar empresários
Já tive a oportunidade de participar de algumas oficinas de empreendedorismo e estratégia no Sebrae. Há algum tempo também tive contato com o EMPRETEC, que é oferecido pelo Sebrae em conjunto com a ONU, mas este é assunto para um outro tópico. Todos os contatos que tive com a instituição me foram muito produtivos, tanto em termos de conhecimento quanto de rede de contatos (ou networking).
O Sebrae está disponibilizando dois cursos gratuitos on-line (com a opção de serem presenciais de forma não gratuita) com foco em empreendedorismo e abertura de negócio na internet. Os cursos contemplam tópicos muito interessantes incluindo finanças, indicadores de desempenho e pesquisa de mercado.
Aqui está a descrição completa deles:
O papel do Sebrae no acesso aos serviços financeiros
O Sebrae assume o papel de facilitar o acesso aos serviços financeiros pelas micro e pequenas empresas e empreendedores:
O acesso aos serviços financeiros, sobretudo o crédito, é certamente um dos principais propulsores da economia dos países e de suas empresas, contribuindo diretamente para o seu crescimento e desenvolvimento social.
Pesquisas indicam que em algum momento as empresas acabam necessitando de recursos de terceiros. Entretanto, a falta de crédito ainda se constitui com um forte obstáculo para a criação e o desenvolvimento dos pequenos negócios no Brasil.


