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Exemplos de como acionar a criatividade

Por Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br

Inovação e criatividade são atitudes que geram negócios, surpreendem concorrentes e combatem crises. Muitas vezes nascem por uma questão de sobrevivência, mas em todos os casos são fruto do conhecimento, da flexibilidade e, principalmente, da motivação em querer transformar.

Acionar a engrenagem do motor da criatividade e da inovação não é um processo individual apenas. Direta ou indiretamente, toda a equipe e empresa fazem parte do processo de busca de novas alternativas criativas. Isso favorece uma maneira de enxergar diferente aquilo que todo mundo vê igual.

Para Ernesto Haberkorn, diretor da TI Educacional, as pequenas empresas devem sempre buscar novas possibilidades de alavancar os negócios. “No nosso país, onde há mais de cinco milhões de pequenos negócios, responsáveis por cerca de 20% de todos os produtos e serviços que produzimos, incentivar atitudes empreendedoras, inovadoras e disseminar cases e receitas de sucesso são uma necessidade e uma obrigação de todos”. Leia Mais »

Planejamento sucessório: oportunidades e riscos

Por Nelson Junque

Planejar é algo intrínseco à atividade empresarial. Qualquer empresa, seja de pequeno ou grande porte, sabe que precisa de um plano de médio e longo prazo para guiar suas ações no dia-a-dia, inclusive para mudar de rumo e se adaptar a novas realidades sempre que necessário. Nenhuma companhia sobrevive sem um norte e é inegável que esse norte depende de bons líderes ocupando cargos-chave e da capacidade da empresa em renovar suas boas lideranças sempre que preciso. A durabilidade de um negócio está diretamente relacionada com a capacidade de antever, no presente, as pessoas que garantirão o negócio num futuro que pode ser amanhã. Leia Mais »

Estou pronto para abrir um negócio?

Responda às cinco perguntas a seguir e descubra se você está preparado para ingressar na vida de empresário

Por Carin Homonnay Petti

A ATIVIDADE ME DARÁ PRAZER?
Por mais lucrativa que a empreitada prometa ser, dificilmente você irá para a frente sem paixão pela atividade. “O ambiente dos negócios no Brasil é tão agressivo que quem não gosta do que faz dificilmente resiste à falta de infraestrutura e ao excesso de burocracia”, diz Marcos Hashimoto, coordenador do núcleo de empreendedorismo do Insper (ex-Ibmec São Paulo). Leia Mais »

Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil

Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil
Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.
Dos quase 1 300 usuários entrevistados, 87,2% disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra 72,6% que acessa o Orkut no mesmo período. É o líder, portanto, em frequência de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.
Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é o primeiro colocado entre as redes sociais com mais cadastrados no Brasil — 89,6% dos respondentes têm conta na rede. O Twitter é o segundo, com 80,1% e o YouTube o terceiro, com 79,6%. O Facebook aparece na quinta posição, com 57,6% dos entrevistados registrados.
Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%).
Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. ”As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo”, diz.
Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. ”Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente).”

Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.

Dos quase 1 300 usuários entrevistados, 87,2% disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra 72,6% que acessa o Orkut no mesmo período. É o líder, portanto, em frequência de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.

Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é o primeiro colocado entre as redes sociais com mais cadastrados no Brasil — 89,6% dos respondentes têm conta na rede. O Twitter é o segundo, com 80,1% e o YouTube o terceiro, com 79,6%. O Facebook aparece na quinta posição, com 57,6% dos entrevistados registrados. Leia Mais »

Como atrair investidores para o seu projeto digital

Lygia de Luca, do IDG Now!
Ter uma boa ideia é o primeiro passo, mas não é tudo. É necessário seguir uma série de requisitos para provar que sua proposta merece uma chance
Se estamos vivendo em tempos de vacas magras ou gordas, não importa. As grandes ideias sempre pipocam na mente de empreendedores, que sonham em receber investimentos para colocar em prática ou alavancar seus projetos inovadores.
Conquistar um investidor, contudo, não é das tarefas mais fáceis. O empreendedor deve ter os pés no chão e apresentar um bom plano de negócio, não apenas um sonho sem valor de mercado.
Além disso, é necessário priorizar ações ao criar um software, aplicativo ou solução para redes sociais. As startups também devem ficar de olho em áreas carentes de projetos que fazem brilhar os olhos de caçadores de talentos.
Após ter tudo em mãos, o empreendedor deve sair em busca de processos seletivos de incubadoras e programas de tecnologia que impulsionam o desenvolvimento do projeto.
Confira 6 dicas para atrair investimentos para a sua startup.
1. Agregue valor à ideia
Não basta ter só um conceito genial de serviço, software, aplicativo ou qualquer solução de tecnologia. É preciso ter um valor, explica Franco Margonari Lazzuri, gerente da incubadora de software do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas Cietec. “A pessoa precisa mostrar o diferencial do seu projeto, a razão pela qual ele é único”.
Para tal, esteja atento a qualquer tipo de oportunidade. Um bom exemplo é Marco Gomes, sócio de Marcos Tanaka, do Boo-Box. Com apenas 19 anos, ele percebeu que faltava publicidade em blogs. E foi dessa semente que nasceu a árvore – o serviço de geração de receita em mídias sociais.
2. Tenha foco
Para algumas pessoas pode ser complicado priorizar algumas ações no lugar de outras. Mas o movimento é estratégico e necessário. Se não fosse dessa forma, Jonny Ken não teria criado tão rápido o serviço Migre.me, que encurta URLs e conta cliques. Com algum material em mãos e a ideia na cabeça, em três dias nasceu o serviço. “Priorizei o desenvolvimento do serviço, não o design. Se não fosse assim, o negócio não saía”, resume.
3. Monte uma equipe multidisciplinar
A grande verdade é que uma ideia sozinha – por mais valor que tenha – ainda não é suficiente. Ken é mais uma vez um bom exemplo. “Tenho ideias, mas não sei chegar às empresas”, diz.
Por isso, o empreendedor pediu ajuda a uma amiga “especialista na vida corporativa” para documentar as qualidades de seu projeto.
4. Faça um bom plano de negócio
Se os passos anteriores já estão organizados, a equipe deve criar um documento que mostre ao investidor que seu dinheiro estará bem aplicado. Mostre, com um plano de negócio eficiente, o potencial e o diferencial da ideia, além de outros detalhes que ajudarão quem investir a ter certeza de que terá retorno sobre seu investimento.
Tanaka afirma que, na época em que o Boo-Box foi idealizado, faltavam cases de startups no Brasil. Atualmente, o cenário é mais favorável, o que facilita a vida dos novos empreendedores.
5. Use sua rede de contatos
A maneira como os seus contatos podem impulsionar o seu sucesso varia. Mas é certo que eles ajudam, como foi o caso do Migre.me. “Na estreia, foram tantos acessos que o servidor caiu”, conta Ken. Por quê? O amigo Alexandre Fugita, do TechBits, divulgou o novo serviço em seu Twitter.
O curioso, conta Ken, é que vários sites similares foram lançados no mesmo mês, mas a soma do tweet de Fugita, retweets e posts em blogs deram aquele empurrão.
“E networking não é trocar cartão, mas conversar com as pessoas, ter amigos”, ressalta. Quer mais? Depois do ‘buzz’ online que havia sido gerado, os investidores foram atraídos. O criador do Migre.me gosta de deixar bem claro que, embora os contatos tenham ajudado, conhecer pessoas não elimina o trabalho duro.
6. Aposte em áreas promissoras
Acredite se quiser, faltam bons projetos em muitas áreas de tecnologia. Lazzuri diz que há carência em cloud computing, Business Intelligence (BI), mídias sociais e mobilidade.
Lazzuri cita como exemplo, na área de mobilidade, um projeto que permite o acesso e controle, pelo celular, de aplicações instaladas em um PC. É esse tipo de inovação que o mercado espera, e “mesmo a área de redes sociais, que aparentemente já foi bastante explorada, precisa de muitas ideias”, diz.
Há muito espaço também, de acordo com Lazzuri, para micro e pequenas empresas focadas em Business Intelligence. Afinal, para as companhias – independentemente do tamanho -, é essencial ter ferramentas que as ajudem a organizar seus processos com eficiência para que as decisões sejam tomadas da maneira correta.

Ter uma boa ideia é o primeiro passo, mas não é tudo. É necessário seguir uma série de requisitos para provar que sua proposta merece uma chance

Se estamos vivendo em tempos de vacas magras ou gordas, não importa. As grandes ideias sempre pipocam na mente de empreendedores, que sonham em receber investimentos para colocar em prática ou alavancar seus projetos inovadores.

Conquistar um investidor, contudo, não é das tarefas mais fáceis. O empreendedor deve ter os pés no chão e apresentar um bom plano de negócio, não apenas um sonho sem valor de mercado.

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Negação ao risco quebra as empresas

Acreditar que seria inimaginável entrar em um processo de bancarrota foi um dos sérios enganos cometidos por grandes corporações que se transformaram em um dos principais agentes responsáveis pelo estouro da crise no final do ano passado. Instituições bancárias centenárias e grandes indústrias dos mais diversos setores, em poucos meses, sucumbiram, desmoronaram impérios quase que “inquebráveis”, todos deteriorados por escolhas estratégicas equivocadas.

O ainda modesto reaquecimento atual da economia passará a medir se a amarga lição de um ano foi realmente absorvida e se a crise trouxe realmente um aprendizado. Foi o excesso de apetite ao risco ou a sua própria negação que cegou empresas que acreditavam estar vacinadas contra potenciais insucessos. Muitas delas simplesmente esqueceram de olhar para o mercado e lançaram produtos que não estavam alinhados a expectativa de seus clientes.

Um exemplo foi o setor automobilístico nos EUA. Algumas montadoras acreditaram que a força de suas marcas eram tão fortes que seu nome e tradição seriam suficientes para que o mercado absorvesse automóveis de grandes dimensões, mesmo indo contra a maré de demandas por veículos mais compactos e econômicos.
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Atitudes que podem diminuir a “mordida do leão”

Quando chega a reta final de mais um ano, as festas tomam conta de toda a nossa atenção, e as preocupações principais traduzem-se nos presentes, nas comemorações, nas confraternizações, e etc.

Mas, é preciso lembrar que para o Imposto de Renda da pessoa física, o final do ano é de extrema importância quando se fala em diminuir o imposto a pagar no ano seguinte, pois as atitudes que diminuirão o IR a pagar na declaração de 2010, devem ser tomadas agora, até 31 de dezembro de 2009.

Assim, aquele tratamento dentário que está agendado para janeiro de 2010, se puder ser feito e pago até 31.12.2009, reduzirá o IR a pagar já na declaração de abril do ano que vem, enquanto que se o tratamento e o pagamento forem realizados em 2010, somente na declaração de 2011 veremos os benefícios fiscais. O mesmo vale para despesas médicas, com fisioterapia, psicólogos, dentre outros, em conformidade com a legislação.
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O primeiro passo para ganhar dinheiro com e-commerce: conhecer o seu consumidor online

O comércio eletrônico tem crescido em todo o mundo de maneira espantosa. Para ter uma operação de sucesso em comércio eletrônico é preciso descobrir como é o seu consumidor e como ele age com relação às compras. Para isso, é preciso segmentar o mercado.
Grosso modo, todo mercado se divide em segmentos de acordo com seu comportamento, localização, hábitos de consumo e outros critérios. No comércio eletrônico não é diferente.
Inicialmente, podemos dividir os e-consumidores em light users (fizeram entre 1 e 3 compras na web nos últimos 6 meses) e heavy users (fizeram mais de 4 compras pela web nos últimos 6 meses). Essa classificação, contudo, é muito genérica. Não define com precisão os e-consumidores.
Aprofundando-se um pouco mais nesse assunto, em 2007, a eSatara, juntamente com estudos de consultorias como a Forrester, Gartner Group e JupiterResearch, elaborou uma pesquisa muito interessante em que mapeou os tipos de consumidores on-line, de pessoas físicas. Na classificação por comportamento frente à compra, temos um perfil que merece destaque, o disperso.
Os “dispersos” são os consumidores mais comuns, aqueles que abandonam o carrinho antes de concluir a compra. O principal problema do e-commerce em todo o mundo é o abandono de carrinhos e vários estudos e pesquisas são realizadas nesse sentido. Um estudo encomendado pelo PayPal e conduzido pela ComScore divulgou os motivos para o abandono de carrinhos na web.
Primeiramente a estatística apontou que em 2008 a média de carrinhos abandonados foi de 59,43%.
Realizei uma pesquisa informal com diversas pequenas empresas de comércio eletrônico e a maioria não ficou abaixo de 60%. Segundo o estudo, as 5 principais causas para o abandono do carrinho são:
Os custos de envio da encomenda eram muito elevados: 43%.
O valor total da compra era maior do que o esperado: 36%.
Vou comparar preços em outra loja, antes de decidir: 27%.
Queria falar com o Apoio ao Cliente antes da compra e não consegui: 16%.
Esqueci o username e password: 14%.
É lógico que para cada um desses motivos há soluções simples que raramente são utilizadas pelas lojas on-line. A questão do frete, de fato, é um problema sério. É preciso pensar tal questão com muito cuidado, pois ela pode inviabilizar a venda. Dependendo de qual porcentagem representa o valor do frete, é interessante criar estratégias, como o “clube do frete” ou “frete grátis nas compras acima de…” para minimizar tal problema. Sendo esse problema responsável por mais da metade dos abandonos de carrinho, torna-se necessário tratar essa questão com prioridade absoluta para o aumento das vendas.
Outro problema apontado foi a questão do valor da compra ser maior do que o esperado. O fator “surpresa com o preço” é minimizado a partir do momento em que, no carrinho de compras, o total está visível durante todo o processo de compra, podendo o usuário excluir um determinado produto na hora que desejar.
Alguns abandonos de carrinho não têm a ver com a desistência da compra, mas sim porque a pessoa decidiu não comprar naquela hora. É importante que tenhamos o contato do usuário que vai pesquisar preços em outros sites. Se o tivermos, o sistema pode enviar um e-mail automático quando detectar o abandono do carrinho.
Há várias maneiras de obtermos tal contato do visitante. Uma delas é através de “cookies”, porém, uma porcentagem muito alta de internautas apagam esses programinhas de seus computadores. Outra maneira é oferecer uma vantagem adicional caso ele se “logue” no sistema assim que entrar no site, como por exemplo, chance de ganhar brindes surpresa ao navegar estando logado. Com isso a loja consegue monitorar a navegação e, caso ele abandone o carrinho, consegue-se entrar em contato com ele para reverter a venda.
Há dados que mostram que e-mails enviados para usuários que abandonam o carrinho conseguem diminuir o abandono definitivo em 30%.
Outro ponto importante – muitos usuários desejam algum contato humano antes de realizar a compra, principalmente para tirar alguma dúvida com relação a frete, especificações do produto, prazo de entrega e outras informações. Ter um atendimento on-line via chat é fundamental para aumentar as vendas do público que apresentam tal comportamento.
E por último: é lógico que deve haver um campo de “esqueci minha senha” em todos os formulário que a exijam. Isso é questão de usabilidade.
A questão da usabilidade é muito importante em sites de comércio eletrônico. Mudanças desde como mudar o botão “comprar” de lugar ou de cor e aumentar a letra que descreve o produto, até instalar um chat on-line para atendimento podem aumentar as vendas em no mínimo 5%.
Vale a pena ver o link: http://www.nomoreabandonedcarts.com. Uma campanha bem-humorada da VeriSign sobre um recuperador de carrinhos abandonados

O comércio eletrônico tem crescido em todo o mundo de maneira espantosa. Para ter uma operação de sucesso em comércio eletrônico é preciso descobrir como é o seu consumidor e como ele age com relação às compras. Para isso, é preciso segmentar o mercado.

Grosso modo, todo mercado se divide em segmentos de acordo com seu comportamento, localização, hábitos de consumo e outros critérios. No comércio eletrônico não é diferente. Leia Mais »

As empresas tem que parar de tentar vender

Pesquisando um pouco mais sobre empreendedorimos na internet, encontrei esse artigo do Claudio Torres, autor do A Bíblia do Marketing Digital. Ele fala um pouco sobre essa postura das empresas de tentar vender, ao em vez de fazer com que o consumidor venha e compre o seu produto baseado na confiança e relacionamento.

Resolvi postar este artigo aqui no blog, tentando contribuir para que os empreendedores possam compreender a importância desse tipo de postura no mundo atual.

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A Revolução da Mídia Social

Alguns podem não entender qual relação dessa revolução com empreendedorismo, mas é algo que gostaria de alertar a todos que pretendem empreender nos tempos atuais.

Como vocês podem ver no vídeo a seguir, as mídias sociais não é só uma moda, não são apenas os jovens quem se divertem com isso, muitas empresas vem lucrando e mercado vem mudando com esta nova tendência.

Não pense também que isso só funciona com empresas grandes: existe um caso de um bar aqui em Goiânia em que ex-clientes vêm falando muito mal dele no Orkut devido a mau atendimento, infelizmente o dono do bar não aproveitou a oportunidade para fazer um marketing de relacionamento via rede social, muito pelo contrario, insultou todos aqueles que estavam comentando o fato e pouco se importou com tudo aquilo. Bom, será que perderá alguns clientes? O que acontece se esse bate papo se espalha aos demais clientes? Talvez seja o inicio do fracasso.