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	<title> &#187; Empreendedorismo</title>
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		<title>Na Estrada para a Mediocridade</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 10:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IsraelWolf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[caracteristicas empreendedoras]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um pequeno (e interessante) texto de Seth Godin, sobre acomodação. Fica claro que um dos antônimos de Empreendedorismo é a Acomodação. “Pelo caminho, nos acomodamos. Acomodamos com algo que não está completamente correto, ou um visual que não é o nosso melhor, ou um trabalho que não maximiza nossos talentos. Acomodamos com relacionamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Este é um pequeno (e interessante) texto de Seth Godin, sobre acomodação. Fica claro que um dos antônimos de Empreendedorismo é a Acomodação.</p>
<p>“Pelo caminho, nos acomodamos.</p>
<p>Acomodamos com algo que não está completamente correto, ou um visual que não é o nosso melhor, ou um trabalho que não maximiza nossos talentos. Acomodamos com relacionamentos que não nos traz alegria, ou um website que é “bom o bastante”.</p>
<p>A única maneira de se tornar medíocre é um passo por vez.</p>
<p>Você não deve se acomodar. Esta é uma escolha que precisa ser feita todos os dias.”</p>
<p>Texto Original:</p>
<p><a title="Seth Godin`s Blog" href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2009/06/on-the-road-to-mediocrity.html" target="_blank">http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2009/06/on-the-road-to-mediocrity.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Carta-convite e formulários do Pappe Integração já estão disponíveis</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 10:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IsraelWolf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apoio financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estão disponíveis no site da FINEP a carta-convite e o formulário para inscrição das instituições que desejarem operar o Pappe Integração (Programa de Subvenção à Pesquisa em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Norte, Nordeste e Centro-Oeste). Podem se candidatar à parceria fundações de amparo à pesquisa dos estados, secretarias estaduais de ciência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Já estão disponíveis no site da FINEP a carta-convite e o formulário para inscrição das instituições que desejarem operar o Pappe Integração (Programa de Subvenção à Pesquisa em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Norte, Nordeste e Centro-Oeste). Podem se candidatar à parceria fundações de amparo à pesquisa dos estados, secretarias estaduais de ciência e tecnologia ou entidades sem fins lucrativos indicadas pelas secretarias. São essas instituições que irão gerenciar todos os recursos localmente, transferindo-os às empresas beneficiadas. O envio das propostas pode ser feito até 12/04. O resultado final está previsto para  junho.</p>
<p>Lançado em dezembro de 2009, o Programa é uma nova iniciativa de fomento à inovação em 20 estados nas três regiões escolhidas. Ao todo, a FINEP destinará R$ 100 milhões em recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos) da Subvenção Econômica, para apoiar cerca de 500 empreendimentos.  A opção pela proximidade dos parceiros operadores vai garantir capilaridade ao Pappe.  <span id="more-464"></span></p>
<p>“Como um programa descentralizado, a ideia é aproveitar o espírito empreendedor de cada região e, finalmente, atingir todos os pontos do país”, diz Gina Paladino, superintendente da Área de Subvenção e Cooperação da FINEP. Até o final de junho, as empresas – que serão escolhidas por editais próprios capitaneados pelas instituições selecionadas pela FINEP nesta primeira fase – já estarão recebendo os recursos.</p>
<p>Os parceiros poderão operar entre R$ 1 milhão e  R$ 10 milhões, dependendo da contrapartida estadual oferecida. Para os que receberem até R$ 2 milhões, não haverá necessidade de contrapartida. Além do repasse financeiro, a FINEP também vai orientar e capacitar os gestores do Pappe Integração em cada estado.</p>
<p>Cada empresa contemplada (com faturamento de até R$ 2,4 milhões por ano) vai receber no mínimo R$100 mil e, no máximo, R$ 400 mil, dependendo do porte e características dos projetos. Os recursos serão aplicados no desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos que agreguem valor aos negócios e ampliem seus diferenciais competitivos.  </p>
<p>O foco no Norte, Nordeste e Centro-Oeste tem por base a garantia de que 30% dos recursos do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) sejam destinados a estas regiões. “Esta é uma iniciativa que reflete o compromisso da FINEP e do Ministério da Ciência e Tecnologia em incluir todas as microempresas brasileiras no mapa da inovação”, completa Gina.</p>
<p>Fonte: COMTEC</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Você sabe quais são as coisas mais importantes da sua vida?</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/voce-sabe-quais-sao-as-coisas-mais-importantes-da-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 09:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IsraelWolf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>

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		<description><![CDATA[Para ter flexibilidade e agilidade para empreender, é importante ter a vida financeira equilibrada, metas bem definidas e o tempo organizado. Para muitos o começo do ano é agora, após o carnaval. Então, para quem ainda não se organizou efetivamente para este ano aí vai um gráfico interessante de como fazê-lo. Clique na imagem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Para ter flexibilidade e agilidade para empreender, é importante ter a vida financeira equilibrada, metas bem definidas e o tempo organizado.</p>
<p>Para muitos o começo do ano é agora, após o carnaval. Então, para quem ainda não se organizou efetivamente para este ano aí vai um gráfico interessante de como fazê-lo.</p>
<p><span id="more-452"></span>Clique na imagem para vê-la em tamanho maior.</p>
<p><a href="http://www.empreender.info/blog/wp-content/uploads/2010/02/Organizaçao-Pessoal.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-454" title="Empreender.info - Organizaçao Pessoal" src="http://www.empreender.info/blog/wp-content/uploads/2010/02/Organizaçao-Pessoal.jpg" alt="" width="384" height="1622" /></a></p>
<p>Fonte: Voce SA</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>10 dias para fidelizar os clientes</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/10-dias-para-fidelizar-os-clientes/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 14:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Fagundes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cliente]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[fidelizar]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre acreditei que a propaganda não é a alma do negócio e sim o marketing, em especial, o relacionamento com o mercado, clientes e futuros clientes. Nunca acreditei que a propaganda funcionasse sozinha, como também não acredito que simplesmente vender para que os outros comprem não funcione muito nos dias atuais. Somando com essa idéia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Sempre acreditei que a propaganda não é a alma do negócio e sim o marketing, em especial, o relacionamento com o mercado, clientes e futuros clientes. Nunca acreditei que a propaganda funcionasse sozinha, como também não acredito que simplesmente vender para que os outros comprem não funcione muito nos dias atuais. Somando com essa idéia de que o relacionamento faz a diferença na competição mercadológica, vem a interatividade que a internet hoje proporciona para todos.</p>
<p>Sendo assim, penso que cara empresa deva intensificar o relacionamento com seus clientes e mercado alvo por meio dos PDVs, do vendedor, dos produtos, de sua comunicação, marca, localização, entrega e todas as diversas formas de contato com os consumidores, em especial via internet.</p>
<p>A Peppers &amp; Rogers desenvolveu uma pesquisa com quase 2 mil consumidores a fim de saber o que fazer para aumentar o valor de cada cliente. A partir deste estudo, eles apontaram 10 dicas para fidelizar os clientes.<span id="more-432"></span></p>
<p><strong>1. Personalizar o programa de fidelidade<br />
</strong>Os participantes da pesquisa concordam que benefícios/recompensas feitos &#8220;sob medida&#8221; (65 por cento) e comunicações/ofertas (59 por cento) que atendem às suas necessidades específicas são fatores que contam na hora de escolher um programa de fidelidade.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2. Os clientes sabem que eles podem escolher<br />
</strong>55 por cento concorda que ao comparar os serviços da sua instituição financeira com os de outras instituições, eles podem escolher entre várias boas empresas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3. A satisfação do cliente não é um grande diferencial<br />
</strong>33 por cento concorda que há outras instituições financeiras com as quais eles estão igualmente ou mais satisfeitos, ao compararem os serviços com os da sua instituição.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>4. Os funcionários causam impacto na aquisição de clientes<br />
</strong>Ter uma equipe amigável (73 por cento) e profissional (75 por cento) é um fator competitivo para conquistar clientes no setor financeiro.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>5. A cortesia não está &#8220;fora de moda&#8221;<br />
</strong>16 por cento diz que a cortesia da equipe de atendimento é o fator mais importante na interação com a sua instituição financeira – mais importante, até mesmo, que o tempo gasto para ser atendido (15 por cento).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>6. A ética é importante para os clientes<br />
</strong>43 por cento concorda que o fato de uma instituição financeira ter o mesmo tipo de valores morais do cliente pode ser decisivo na conquista de clientes.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>7. Os clientes estão migrando para a web<br />
</strong>23 por cento relatou ter telefonado para sua instituição financeira para fazer perguntas, nos últimos três meses, mas aproximadamente o dobro (45 por cento) tem utilizado o web site da instituição para fazer transações.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>8. Os canais eletrônicos são preferidos por muitos clientes<br />
</strong>O e-mail e a Internet são preferidos ao contato face-a-face na hora de obter informações (39 versus 25 por cento) e ao acessar serviços ao cliente (44 versus 31 por cento).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>9. O e-mail é bem-vindo<br />
</strong>51 por cento diz que aceitaria receber e-mails da sua instituição financeira, caso fossem consultados.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>10. A força do relacionamento (Relationship Strength) se mantém constante nos segmentos de clientes</strong><br />
Tanto para os clientes que se classificaram como &#8220;financeiramente confortáveis&#8221;, quanto para os com &#8220;orçamento restrito&#8221; ou &#8220;endividados&#8221;, a média da força do relacionamento com a sua instituição financeira é praticamente a mesma (Relationship Strength = 5.22, 5.31 e 5.20).</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>As 6 diferenças entre executivos e empreendedores</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/as-6-diferencas-entre-executivos-e-empreendedores/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 09:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IsraelWolf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[características do empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[perfil empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa publicada no Strategic Management Journal dos professores Jeffrey Dyer, Hal Gregersen e Clayton Christensen estudou empreendedores e executivos bem sucedidos com a intenção de identificar diferenças de perfil e comportamento entre eles. Neste artigo eu relato e comento alguns destes resultados. Em primeiro lugar, a pesquisa não identificou diferença em dois aspectos: Tolerância a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Pesquisa publicada no Strategic Management Journal dos professores Jeffrey Dyer, Hal Gregersen e Clayton Christensen estudou empreendedores e executivos bem sucedidos com a intenção de identificar diferenças de perfil e comportamento entre eles. Neste artigo eu relato e comento alguns destes resultados. Em primeiro lugar, a pesquisa não identificou diferença em dois aspectos: Tolerância a riscos e lócus de controle. Normalmente, o senso comum diz que os executivos estão menos predispostos a correr riscos do que empreendedores, mas isso não foi constatado na pesquisa. Também se diz que os empreendedores tem maior necessidade de controle sobre o ambiente, mas os resultados indicaram que tanto executivos como empreendedores não se diferenciam neste aspecto. Uma possível explicação é que os executivos, na medida em que vão ascendendo posições na pirâmide hierárquica, vão adquirindo mais poder e responsabilidade, trazendo junto uma amplitude maior na abrangência de fatores sob seu controle. Consequentemente, usam este maior grau de autonomia para tomar decisões que geram maior impacto para a organização.<br />
Dentre as diferenças entre executivos e empreendedores, vamos nos ater às diferenças de comportamento. A pesquisa identificou 6 padrões de comportamento entre empreendedores que não eram comuns entre executivos:</p>
<p><strong>1) Propensão a fazer perguntas, sobretudo aquelas que questionam o status quo e exploram possibilidades sobre o futuro (ASK WHY);</strong><br />
Empreendedores tendem a fazer mais perguntas que testam as circunstâncias vigentes do que executivos. Os executivos têm uma tendência maior para seguir ordens e se adequar à situação do que questioná-la. Alguns empreendedores declararam que possuem executivos em seus quadros que tem muitos anos de casa, são valiosos, mas não têm idéias novas. Na opinião deles, estes executivos entraram no modo de operação, necessário para a empresa rodar, o que fez com que parassem de pensar (penduraram o cérebro)<br />
<span id="more-428"></span></p>
<p><strong>2) Observam o mundo à sua volta, prestam atenção ao que acontece no dia-a-dia para descobrir novas idéias;<br />
</strong>Empreendedores procuram o que é diferente do que esperavam. Procuram estar ligados a todos os impulsos e estímulos a que são expostos. Procuram olhar as inovações ruins para saber porque não deu certo. Buscam pontos de vista diferentes. Não se contentam com apenas uma resposta certa. Prestam atenção nas reclamações dos clientes,</p>
<p><strong>3) Experimentam e exploram o mundo com a visão de teste de hipóteses, conhecendo novos lugares, tentando coisas diferentes, buscando novas informações e aprendendo coisas novas;</strong><br />
Uma diferença fundamental entre empreendedores e executivos é que, como empreendedores não tem chefe, eles podem experimentar, errar e aprender com os próprios erros. A cultura corporativa não favorece o erro, então executivos não podem experimentar, precisam acertar logo na primeira, o que acaba por desestimular o processo criativo. Os empreendedores são aqueles que gostavam de desmontar coisas quando crianças para ver como funcionavam.</p>
<p><strong>4) Buscam e testam idéias junto à sua rede de relacionamento, sobretudo com pessoas com background distintos do dele.</strong><br />
O network dos executivos é para a carreira, para vender o que sua empresa produz ou para estabelecer laços de amizade. O empreendedor é diferente, ele busca pontos de vistas diferentes, procura quem contradiz suas idéias, para fazer o advogado do diabo, ou seja, encontrar oportunidades de melhorar sua idéia ou negócio partindo da visão de quem está fora do contexto. O empreendedor tem plena consciência que o processo criativo é coletivo, que as pessoas contribuem de forma colaborativa para construir e estruturar uma idéia.</p>
<p><strong>5) Estabelecem conexões entre experiências e conhecimentos distintos.</strong><br />
Empreendedores reconhecem padrões com mais facilidade e procuram desenvolver um pensamento inter-disciplinar. Esta competência está associada com a capacidade de questionar, observar, experimentar e explorar redes de idéias.<br />
Um exemplo mencionado no estudo é dado por Steve Jobs. Jobs fez um curso de caligrafia na época do colégio, aparentemente um dos melhores cursos de caligrafia do país. Jobs não tinha nenhum interesse particular em caligrafia, mas decidiu fazer o curso por ser uma forma de escapar das aulas normais. Ele então aprendeu fontes serifs, espacejamento, combinações de letras diferentes e bons estilos de tipografia. Este conhecimento nunca teve nenhuma aplicação prática em sua vida até o momento em que ele desenhou seu primeiro computador Macintosh, dez anos depois. A variedade de fontes que a Apple criou e depois foi copiada pelo Windows se tornou padrão desde então.</p>
<p><strong>6) Demonstram forte desejo de mudar o mundo ou fazer algo que ninguém fez antes, algo inovador.</strong><br />
Os executivos não demonstram este desejo ou comportamento com a mesma intensidade. A principal motivação do executivo é obter o sucesso financeiro de seu empregador e, como conseqüência, o seu sucesso na carreira. Os empreendedores demonstraram a propensão maior de mudar o estado atual das coisas atuais e trazer novas soluções onde nada havia antes ou onde o que havia não funcionava bem<br />
Meg Whitman do eBay queria ‘dar um chute’ na situação atual do mundo. Niklas Zennstrom do Skype queria mudar o mundo. Jeff Bezos da Amazon queria ‘fazer história’ e Steve Jobs queria dar um cutucão no universo.<br />
Embora a pesquisa tenha sido feita nos EUA, partindo de depoimentos de altos executivos e empreendedores convidados para palestras nas universidades dos pesquisadores, acredito que no Brasil a percepção das diferenças não deve ser muito distinta.</p>
<p>Uma pergunta natural que decorre destas constatações é: Quantos destes empreendedores já foram executivos no passado? Dentre os que foram, estas características que não eram tão comuns entre executivos foram desenvolvidas antes ou depois de se tornarem empreendedores?<br />
Não sei a resposta desta pergunta e caberia perfeitamente como mais um tema de pesquisa. O importante é que, se você está usando a experiência como empregado para adquirir as competências necessárias para empreender no futuro é bom levar em consideração estas diferenças. Não necessariamente o que te fez um excelente executivo em 2009 necessariamente fará de você um grande empreendedor em 2010.</p>
<p>Autor: Marcos Hashimoto</p>
<p>Fonte: administradores.com.br</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Aumenta confiança do consumidor nas compras online</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/aumenta-confianca-do-consumidor-nas-compras-online-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 17:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Fagundes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa divulgada recentemente pelo e-Bit, o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Dentre as seções que se destacam na preferência do consumidor estão: 1º lugar – livros; 2º &#8211; eletrodomésticos; 3º &#8211; saúde, beleza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Segundo pesquisa divulgada recentemente pelo e-Bit, o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Dentre as seções que se destacam na preferência do consumidor estão: 1º lugar – livros; 2º &#8211; eletrodomésticos; 3º &#8211; saúde, beleza e medicamentos; 4º &#8211; informática e 5º eletrônicos.</p>
<p>A pesquisa também mostrou que o consumidor está cada vez mais procurando, na internet, produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos, como CDs e DVDs, produtos de grande destaque anos atrás.<span id="more-421"></span><br />
Este crescimento das transações on-line está ligado também ao aumento de usuários. Segundo a 21ª edição da pesquisa Internet Pop, em 2009 houve um crescimento de 10% no acesso de brasileiros à rede, comparado ao período anterior, totalizando mais de 25 milhões de usuários.</p>
<p>“A confiança do consumidor em fazer compras on-line está aumentando e o crescimento destes números será ainda maior nos próximos anos”, ressalta Jefferson Assis, gerente do portal Mundo Móvel (www.mundomovel.com.br), e-commerce focado em produtos e soluções de mobilidade.</p>
<p>Criado em 2008, o Mundo Móvel comercializa desde navegadores GPS e acessórios até smartphones, mapas e softwares, e é referência no segmento de mobilidade no Brasil. Em dezembro de 2009, o portal Mundo Móvel teve um aumento de 18% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Meça seus resultados</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/meca-seus-resultados/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 09:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Fagundes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O profissional de vendas competente não vê como uma ameaça o fato da empresa medir seus resultados e antes que o façam, o correto é você mesmo ter os dados sempre a mãos. O problema é que a grande maioria dos vendedores não gosta de serem avaliados, às vezes até parece uma ofensa, coisa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>O profissional de vendas competente não vê como uma ameaça o fato da empresa medir seus resultados e antes que o façam, o correto é você mesmo ter os dados sempre a mãos.</p>
<p>O problema é que a grande maioria dos vendedores não gosta de serem avaliados, às vezes até parece uma ofensa, coisa de outro mundo, mas nos dias de hoje a pressão por resultados é cada vez maior e temer critérios de medição e itens de controle em seu trabalho não passa de uma grande bobagem.</p>
<p><strong>Veja como tirar um melhor proveito dessa situação.</strong></p>
<p>Estude e aprenda. O estudo nunca acaba. É preciso sempre estar disposto a aprender novas ferramentas e principalmente aplicá-las no seu trabalho e adaptá-las a sua realidade. Muita gente diz: &#8211; Eu não uso porque minha realidade não permite. Mas nada faz para adaptar a técnica a sua realidade. Seja sincero: você já viu algum vendedor gostar de preencher relatórios ou formulários? Mas sem esses dados preenchidos da forma correta fica difícil fazer projeções e ações de marketing.<span id="more-402"></span></p>
<p>Defina itens de controle. Processo de vendas bom é processo que pode ser medido. Para isso deve haver um padrão de medição. Daí a importância de todos da equipe medirem os mesmos itens. Nas empresas organizadas isso é óbvio e os processos já estão prontos, mas ainda fico pasmo com a quantidade de empresas que nada medem, medem pouco ou muito, ou ainda medem errado. Existem lugares onde as pessoas quase imploram para que a equipe de vendas preencha e mantenha os dados atualizados. Entenda: sem medição não há evolução!</p>
<p>Meça poucos itens. Manter o controle sempre atualizado e tabular todos esses dados não é uma tarefa fácil. Defina com a equipe o que realmente vale a pena ser medido e da mesma forma, o quanto a falta de controle é prejudicial, o seu excesso engessa o processo de vendas e diminui o nosso tempo junto ao cliente. A questão é medir o que realmente pode gerar ação e que ajude a verificar o que está certo ou errado. Procure sempre medir o resultado. O faturamento pode ter subido, mas e a lucratividade?</p>
<p>Compare períodos. Um erro comum é o profissional fazer a análise somente verificando sua evolução de um mês para o outro. Nada contra e é a forma mais fácil, mas não esqueça do famoso período sazonal. Compare o mês de janeiro deste ano com o do ano passado e assim por diante. Dependendo do que você vende é muito comum ter um ou outro período em que as vendas são mais fortes ou fracas. A comparação mês a mês pode gerar uma falsa noção de crescimento ou estagnação do mercado.</p>
<p>Use a tecnologia. O seu negócio merece sempre o melhor em termos de tecnologia em gestão. Muitos empresários compram um barco com um sorriso no rosto, mas quando sugiro em comprar um dispositivo eletrônico qualquer ou um sistema para a equipe de vendas, pronto, lá aparece a carinha amarrada. Invista sempre em tecnologia e dê agilidade e melhores condições de trabalho a sua equipe. Profissionalização não faz mal a ninguém! Na grande maioria das vezes o investimento compensa e os benefícios são logo percebidos. Estimule a profissionalização da sua equipe de vendas e você, meu caro vendedor, deixe a preguiça de lado, seja curioso e interessado em aprender sempre. Seus clientes e futuras vendas agradecem!</p>
<p>Fonte: administradores.com.br</p>
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		<title>Marketing de Experiência cresce em meio a ações virtuais</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/marketing-de-experiencia-cresce-em-meio-a-acoes-virtuais/</link>
		<comments>http://www.empreender.info/blog/arquivo/marketing-de-experiencia-cresce-em-meio-a-acoes-virtuais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 09:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Fagundes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Ações de Marketing de Experiência ajudam empresas a se diferenciarem em meio a ações digitais. Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing &#124; 04/01/2010 thiago@mundodomarketing.com.br A tecnologia avança na vida dos consumidores e é cada vez mais comum a criação de ações virtuais para envolvê-los com a marca. Redes sociais, e-mail marketing, aplicativos com serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><div id="_mcePaste">Ações de Marketing de Experiência ajudam empresas a se diferenciarem em meio a ações digitais.</div>
<div>
<p>Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 04/01/2010</p>
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<p>thiago@mundodomarketing.com.br</p>
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<p>A tecnologia avança na vida dos consumidores e é cada vez mais comum a criação de ações virtuais para envolvê-los com a marca. Redes sociais, e-mail marketing, aplicativos com serviços e games são algumas das ferramentas mais usadas por empresas na hora de chamar a atenção do consumidor. Mas e a experiência real? E o contato direto com a marca?</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Com o crescimento e certa padronização das ações virtuais como “acesse, cadastre-se e concorra”, a diferenciação está sendo feita na prática, literalmente. Basta perceber que ações de experiência de marca ganham espaço nas estratégias de grandes empresas como Alcatel-Lucent, D-Link, além de Itaú, Gerdau e IBMEC. Nelas, o objetivo principal é ressaltar a importância dos sentimentos e emoções para que uma empresa seja lembrada e admirada.</div>
<div id="_mcePaste">Especializada em Experience Marketing, a agência O Melhor Da Vida fechou parceria com empresas para oferecer experiência como recompensa. Mas não só para clientes. A agência elabora ações de incentivo para colaboradores a fim de promover o encantamento com a marca, que é mais propenso a acontecer quando ela passa a fazer parte da memória destas pessoas.<span id="more-392"></span></div>
<div id="_mcePaste">Experiência X bens materiais</div>
<div id="_mcePaste">A D-Link criou o Gourmet Experience há cerca de um ano com o objetivo de premiar os distribuidores com experiências relevantes. A partir de uma experiência diferente de uma premiação com bens materiais, a marca é fixada na mente do consumidor de forma emocional. “Ao dar uma TV, a pessoa sabe o valor. Uma experiência fora do padrão fica marcada na mente”, diz André Teixeira, Gerente de Marketing de volume da D-Link, em entrevista ao Mundo do Marketing.</div>
<div id="_mcePaste">A empresa de produção de equipamentos de networking, conectividade e comunicações de dados realizou ações de experiência para seus fornecedores como o Gourmet Experience. A ação levou convidados para uma aula de culinária com um renomado Chef de cozinha promovendo assim um melhor relacionamento com fornecedores, além de posicionar a marca de forma saudável e inovadora.</div>
<div id="_mcePaste">Mas não basta fazer uma ação pontual de experiência. É necessário dar continuidade ao trabalho de emocionar e encantar, oferecendo sempre novas e diferentes opções de experiência. “Promovemos a manutenção com experiências diferentes para cada distribuidor. Depois de ações de incentivo e de confraternização daremos uma diária em um Hotel Fazenda”, adianta Teixeira.</div>
<div id="_mcePaste">Estratégia para conhecer o consumidor</div>
<div id="_mcePaste">Eventos de grande porte já não são mais tão eficazes para estreitar o relacionamento com os consumidores segundo Lucila Frias, Gerente de Marketing da Alcatel. Após realizar uma pesquisa para saber o que agrada o público executivo, a Alcatel-Lucent decidiu criar o Gourmet Show, em que o consumidor pode escolher entre as opções de peça de teatro com direito a jantar no restaurante DOM, camarote no GP Brasil, ou ser piloto por um dia na Fórmula 1. “Temos clientes com perfis diferentes. Por isso fizemos algo que pudesse agradar a todos”, explica Lucila ao site.</div>
<div id="_mcePaste">De acordo com a executiva, o Marketing de experiência é uma oportunidade de conhecer e saber o que os clientes da empresa precisam e quais são os seus objetivos. “Nossos produtos não são de venda imediata e esta é uma oportunidade única para gerar a proximidade e a facilidade de contato”, conta Deise Palma, Analista de Marketing.</div>
<div id="_mcePaste">Na contramão vem a D-Link. A empresa desenvolveu uma ação de experiência para o consumidor final, mesmo sem ser esse o público-alvo da companhia. “Fizemos algumas ações voltadas para os usuários finais oferecendo viagem com tudo pago. Desta forma conseguimos motivar, premiar e incentivar o usuário final a procurar o nosso produto”, afirma Teixeira.</div>
<div id="_mcePaste">Virtual X real</div>
<div id="_mcePaste">Segundo Jorge Nahas, CEO da agência O Melhor Da Vida, a experiência ajuda a proporcionar qualidade de vida para funcionários e clientes, oferecendo emoções. “A experiência envolve sentimento, emoções, e isso gera uma ligação a mais com a marca. Ativando esses sentidos, a marca passa a ter lembrança perene”, acredita Nahas.</div>
<div id="_mcePaste">Apesar de novo no Brasil, este conceito cresce principalmente devido ao seu caráter de diferenciação. “Cada vez mais as empresas e os produtos são iguais e o mercado depende de pessoas para fazerem a diferença. Não adianta mais premiar em dinheiro ou com bens materiais porque vivemos um paradigma onde o grande diferencial são emoções transmitidas para toda a cadeia de valor de um negócio”, ensina o CEO de O Melhor Da Vida.</div>
<div id="_mcePaste">Segundo ele, o mercado de Marketing de experiência cresceu 45% em 2009, mas no exterior foram gastos € 75 bilhões somente este ano. Estes números devem continuar crescendo principalmente por conta das novas tecnologias que surgem a todo o instante. Mas não em prol da ações de experiência. “Quanto mais tecnologia, maior a distância do mundo real. A partir disso, o consumidor valoriza mais as experiências que envolvem emoções e mexem com seus sentidos”, completa Jorge Nahas.</div>
<p>Ações de Marketing de Experiência ajudam empresas a se diferenciarem em meio a ações digitais<br />
Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 04/01/2010thiago@mundodomarketing.com.br<br />
A tecnologia avança na vida dos consumidores e é cada vez mais comum a criação de ações virtuais para envolvê-los com a marca. Redes sociais, e-mail marketing, aplicativos com serviços e games são algumas das ferramentas mais usadas por empresas na hora de chamar a atenção do consumidor. Mas e a experiência real? E o contato direto com a marca?<br />
Com o crescimento e certa padronização das ações virtuais como “acesse, cadastre-se e concorra”, a diferenciação está sendo feita na prática, literalmente. Basta perceber que ações de experiência de marca ganham espaço nas estratégias de grandes empresas como Alcatel-Lucent, D-Link, além de Itaú, Gerdau e IBMEC. Nelas, o objetivo principal é ressaltar a importância dos sentimentos e emoções para que uma empresa seja lembrada e admirada.<br />
Especializada em Experience Marketing, a agência O Melhor Da Vida fechou parceria com empresas para oferecer experiência como recompensa. Mas não só para clientes. A agência elabora ações de incentivo para colaboradores a fim de promover o encantamento com a marca, que é mais propenso a acontecer quando ela passa a fazer parte da memória destas pessoas.<br />
Experiência X bens materiaisA D-Link criou o Gourmet Experience há cerca de um ano com o objetivo de premiar os distribuidores com experiências relevantes. A partir de uma experiência diferente de uma premiação com bens materiais, a marca é fixada na mente do consumidor de forma emocional. “Ao dar uma TV, a pessoa sabe o valor. Uma experiência fora do padrão fica marcada na mente”, diz André Teixeira, Gerente de Marketing de volume da D-Link, em entrevista ao Mundo do Marketing.<br />
A empresa de produção de equipamentos de networking, conectividade e comunicações de dados realizou ações de experiência para seus fornecedores como o Gourmet Experience. A ação levou convidados para uma aula de culinária com um renomado Chef de cozinha promovendo assim um melhor relacionamento com fornecedores, além de posicionar a marca de forma saudável e inovadora.<br />
Mas não basta fazer uma ação pontual de experiência. É necessário dar continuidade ao trabalho de emocionar e encantar, oferecendo sempre novas e diferentes opções de experiência. “Promovemos a manutenção com experiências diferentes para cada distribuidor. Depois de ações de incentivo e de confraternização daremos uma diária em um Hotel Fazenda”, adianta Teixeira.<br />
Estratégia para conhecer o consumidorEventos de grande porte já não são mais tão eficazes para estreitar o relacionamento com os consumidores segundo Lucila Frias, Gerente de Marketing da Alcatel. Após realizar uma pesquisa para saber o que agrada o público executivo, a Alcatel-Lucent decidiu criar o Gourmet Show, em que o consumidor pode escolher entre as opções de peça de teatro com direito a jantar no restaurante DOM, camarote no GP Brasil, ou ser piloto por um dia na Fórmula 1. “Temos clientes com perfis diferentes. Por isso fizemos algo que pudesse agradar a todos”, explica Lucila ao site.<br />
De acordo com a executiva, o Marketing de experiência é uma oportunidade de conhecer e saber o que os clientes da empresa precisam e quais são os seus objetivos. “Nossos produtos não são de venda imediata e esta é uma oportunidade única para gerar a proximidade e a facilidade de contato”, conta Deise Palma, Analista de Marketing.<br />
Na contramão vem a D-Link. A empresa desenvolveu uma ação de experiência para o consumidor final, mesmo sem ser esse o público-alvo da companhia. “Fizemos algumas ações voltadas para os usuários finais oferecendo viagem com tudo pago. Desta forma conseguimos motivar, premiar e incentivar o usuário final a procurar o nosso produto”, afirma Teixeira.<br />
Virtual X realSegundo Jorge Nahas, CEO da agência O Melhor Da Vida, a experiência ajuda a proporcionar qualidade de vida para funcionários e clientes, oferecendo emoções. “A experiência envolve sentimento, emoções, e isso gera uma ligação a mais com a marca. Ativando esses sentidos, a marca passa a ter lembrança perene”, acredita Nahas.<br />
Apesar de novo no Brasil, este conceito cresce principalmente devido ao seu caráter de diferenciação. “Cada vez mais as empresas e os produtos são iguais e o mercado depende de pessoas para fazerem a diferença. Não adianta mais premiar em dinheiro ou com bens materiais porque vivemos um paradigma onde o grande diferencial são emoções transmitidas para toda a cadeia de valor de um negócio”, ensina o CEO de O Melhor Da Vida.<br />
Segundo ele, o mercado de Marketing de experiência cresceu 45% em 2009, mas no exterior foram gastos € 75 bilhões somente este ano. Estes números devem continuar crescendo principalmente por conta das novas tecnologias que surgem a todo o instante. Mas não em prol da ações de experiência. “Quanto mais tecnologia, maior a distância do mundo real. A partir disso, o consumidor valoriza mais as experiências que envolvem emoções e mexem com seus sentidos”, completa Jorge Nahas.</p>
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		<title>A importância dos planos de negócio para levantamento de capital</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/a-importancia-dos-planos-de-negocio-para-levantamento-de-capital/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 09:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IsraelWolf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[linhas de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Israel Wolf Já falamos aqui sobre como capitalizar a empresa, gerar capital de giro ou aumentar o faturamento. Em outros tópicos, discutimos a importância de um bom Plano de Negócio ao começar uma nova empresa ou um novo produto/projeto. Cada vez mais vemos as instituições financeiras exigirem o Plano de Negócio para aprovarem algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Por Israel Wolf</p>
<p>Já falamos aqui sobre como capitalizar a empresa, gerar capital de giro ou aumentar o faturamento. Em outros tópicos, discutimos a importância de um bom Plano de Negócio ao começar uma nova empresa ou um novo produto/projeto.</p>
<p>Cada vez mais vemos as instituições financeiras exigirem o Plano de Negócio para aprovarem algum financiamento. Quanto mais específico é o financiamento, mais detalhes devem conter no documento.</p>
<p>O Plano de Negócio auxilia a projetizar toda e qualquer idéia, e saber traduzir idéias em projetos documentados já é uma exigência no mundo corporativo. Seja qual for a metodologia (a do PMI, contida no PMBoK tem se mostrado a mais popular mundialmente, além de ser utilizada pala NASA, etc.) é importante ter todos os planos de empreendimentos transformados em projeto.<span id="more-223"></span></p>
<p>Tendo um projeto bem estruturado e um Plano de Negócio apresentável as portas de oportunidades tanto financeiras quanto de parcerias (sejam elas privadas ou públicas) abrir-se-ão com muito mais facilidade.</p>
<p>Documentar algo como um projeto exige uma dedicação extra, mas pode aproximar a idéia do sucesso real. Mas não se atenha às metodologias mais completas, um bom começo é preencher passo a passo seu Plano de Negócio.</p>
<p>O modelo disponibilizado pelo Sebrae segue uma linha muito interessante e auxilia na definição do negócio. Você perceberá que ao fim do preenchimento seu negócio terá mudado em alguns aspectos mesmo antes de ser posto em prática, ficando mais palpável e com uma maior chance real de sucesso, apenas por ter sido transcrito.</p>
<p>Aproveite os últimos dias do ano, baixe o modelo de Plano de Negócio do Sebrae (se tiver acesso a algum modelo também interessante deixe-nos saber) e prepare seus empreendimentos para 2010!</p>
<p>Aqui está o link para o tópico no Fórum Empreender.info com o link do Plano de Negócio e espaço para discussão:</p>
<p><a href="http://www.empreender.info/forum/viewtopic.php?f=22&amp;t=13">http://www.empreender.info/forum/viewtopic.php?f=22&amp;t=13</a></p>
<p>Autor: Israel Wolf</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Como capitalizar sua empresa</title>
		<link>http://www.empreender.info/blog/arquivo/como-capitalizar-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 09:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IsraelWolf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[linhas de crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de procurar um empréstimo para capitalizar sua empresa, veja se ela realmente precisa desse dinheiro, ou se somente um controle mais eficiente de gastos seria o suficiente para devolver o fôlego financeiro de que ela precisa. Se mesmo após um enxugamento das despesas sua empresa continuar precisando de um aporte financeiro, então recorra às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p>Antes de procurar um empréstimo para capitalizar sua empresa, veja se ela realmente precisa desse dinheiro, ou se somente um controle mais eficiente de gastos seria o suficiente para devolver o fôlego financeiro de que ela precisa. Se mesmo após um enxugamento das despesas sua empresa continuar precisando de um aporte financeiro, então recorra às alternativas que o mercado oferece.</p>
<p>Mas antes de recorrer ao financiamento, analise a viabilidade do pagamento desse empréstimo. Pegar dinheiro emprestado para cobrir dívidas, a médio prazo, pode fazer com que o rombo se torne ainda maior e impagável.</p>
<p><span id="more-377"></span>Quando as finanças da sua empresa começam a declinar, antes que atinja o vermelho é importante que você analise todos os seus custos e comece imediatamente a cortar todos os menos necessários, analisando inclusive a dispensa de funcionários.</p>
<p>Comprar com parcimônia é a ordem. Procure comprar o estritamente necessário e sempre fazendo pesquisas para se certificar de que está comprando com os melhores preços do mercado.</p>
<p>Além da economia na hora das compras, você pode analisar a possibilidade de se encontrar um sócio para o seu negócio. Para tanto, é importante que você realize um plano de negócios detalhado para apresentar ao possível sócio. Procure fazê-lo da maneira mais profissional possível. Ninguém põe dinheiro na mão de um amador. Discrimine suas despesas, perspectivas de ganhos, e quem vai realizar cada tarefa, além da incidência dos impostos sobre sua atividade.</p>
<p>Por último, considere um empréstimo para ser utilizado como capital de giro. Bancos em geral possuem linhas de empréstimo com taxas acessíveis para pessoas jurídicas. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil são os bancos que possuem as melhores linhas de financiamento para capital de giro. Contudo, não descarte uma pesquisa com os bancos em que você tem conta. Lembre-se de que as taxas dependem de banco para banco e do seu relacionamento com cada um deles. Quanto mais longo melhor. Se você for um bom pagador, portanto, confiável, o banco lhe concederá taxas mais acessíveis.</p>
<p>Autor: Emerson Castello Branco Simenes</p>
<p>Fonte: Administradores.com.br</p>
</div>]]></content:encoded>
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