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10 dias para fidelizar os clientes

Sempre acreditei que a propaganda não é a alma do negócio e sim o marketing, em especial, o relacionamento com o mercado, clientes e futuros clientes. Nunca acreditei que a propaganda funcionasse sozinha, como também não acredito que simplesmente vender para que os outros comprem não funcione muito nos dias atuais. Somando com essa idéia de que o relacionamento faz a diferença na competição mercadológica, vem a interatividade que a internet hoje proporciona para todos.

Sendo assim, penso que cara empresa deva intensificar o relacionamento com seus clientes e mercado alvo por meio dos PDVs, do vendedor, dos produtos, de sua comunicação, marca, localização, entrega e todas as diversas formas de contato com os consumidores, em especial via internet.

A Peppers & Rogers desenvolveu uma pesquisa com quase 2 mil consumidores a fim de saber o que fazer para aumentar o valor de cada cliente. A partir deste estudo, eles apontaram 10 dicas para fidelizar os clientes. Leia Mais »

Gestão: o certo e o errado ao agregar valor aos clientes

Inspirado no modelo Toyota e responsável pela ascensão ao topo da montadora japonesa, o Sistema Lean é um dos mais adotados por empresas de diversos setores e tamanhos por um motivo aparentemente simples: a experiência da Toyota “prova” por a mais b que é um sistema que realmente identifica atividades que agregam valor aos clientes (o que eles estão realmente dispostos a pagar) e elimina os desperdícios (o que eles não estão dispostos a pagar) – um diferencial competitivo que não pode ser descartado, principalmente nestes tempos de concorrência globalizada e crises que insistem em bater à porta.

Mas tão importante quanto a decisão de se adotar o sistema lean é a forma a forma de se fazer isso no dia-a-dia da empresa. Há, obviamente, maneiras adequadas – que adiantam o processo – e equivocadas, que só atrasam a real implantação do sistema. Após acompanhar diversas implementações lean em empresas dentro e fora do Brasil quero compartilhar algumas reflexões sobre o que dá certo e também o que dá errado em diferentes processos na empresa.

Na liderança:

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Que importância o cliente tem na sua empresa?

Existe uma grande diferença entre a importância do cliente para a empresa e na empresa. Eu canso de visitar empresas todos os dias, de fazer palestras, de entrevistar gerentes e de ouvir assim: aqui o cliente é o rei da confusão, um atraso de vida, e até, um mal necessário. Complicado, né?

A cultura da importância do cliente para a empresa e na empresa não pode ficar apenas no discurso. É preciso ir além. Não pode ser imposta também. É preciso entrar no DNA da empresa e dos funcionários. Ou você acha que o cliente não percebe a diferença de tratamento que ele tem de uma empresa para a outra? E isso é perceptível nas mínimas coisas.

As empresas ditas voltadas para o cliente são aquelas que têm o foco no cliente, na arte de conquistar e, acima de tudo, fidelizar, porque de nada adianta o cliente comprar de você uma única vez. Mas para isso, precisamos aprender a colocar em prática uma regra de ouro: “a forma mais rápida de conquistar aquilo que você deseja é ajudando outras pessoas a conquistar o que elas desejam”. E na prática funciona mesmo. Pense no que é importante para o cliente.

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Busca de novos clientes

TRÊS EMPREENDEDORES CONTAM SUAS ESTRATÉGIAS

CRISTINA FRANCO é franqueadora da rede Bit Company, de cursos profissionalizantes, de informática e de idiomas

QUAL É O MAIOR ACERTO? >>> Incentivamos a propaganda boca a boca. Afinal, ninguém melhor do que nossos 30 mil alunos para trazer novos estudantes à rede. Hoje, cerca de 20% das nossas matrículas são resultados de indicações internas, incentivadas por sorteios e distribuição de brindes

COMO FUNCIONA? >>> Neste ano estamos sorteando um notebook por mês entre alunos de nossas 130 unidades. A cada amigo matriculado, nossos estudantes ganham um cupom para participar da promoção. Nossos franqueados também podem distribuir cupons para o sorteio a quem for à aula vestindo a camiseta da escola ou se inscrever em novos cursos. Ainda distribuímos brindes como mochilas ou camisetas

ONDE NÃO FOMOS TÃO BEM? >>> Há dois anos sorteamos uma casa entre os alunos. Embora a campanha não tenha sido malsucedida, hoje preferimos sortear uma quantidade maior de itens de menor valor. Com a nova estratégia, crescem as chances de premiação e aumenta o nível de participação na campanha

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Relacionamento, redes sociais e o cliente!

Hoje meu irmão me contou uma historia bem interessante que aconteceu com ele e a DELL. Seu notebook havia queimado a saída de áudio, impossibilitando-o de ouvir música, assim ele entrou em contato com a empresa que solicitou que fizesse alguns testes, assim que foram realizados concluiu-se que realmente havia um defeito e assim a empresa enviou um técnico em sua casa. Chegando lá o técnico trocou a placa mãe do notebook NA HORA, bem ali na frente dele e deixou tudo funcionando como era antes, tudo redondo. O mais interessante é que tanto eu quanto ele ficamos de boca aberta com essa eficiência e atenção por parte da DELL, que resolveu seu problema sem nenhum tipo de taxa ou burocracia, estamos tão acostumados em ver o mau atendimento que realmente é de se espantar.

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10 tendências de comportamento das classes C, D e E

10 tendências de comportamento das classes C, D e E
Estudos mostram que estas três classes são as que mais consomem hoje no país, além de ser a maior parte da população: 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra em supermercado. O Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria, e o instituto de pesquisa Datafolha desenvolveram uma pesquisa que apresenta as 10 tendências de comportamento das classes C, D e E.
A seguir veja estas tendências, que impactam um mercado de R$ 760 bilhões:
1. Consumidor de inclusão: Estas classes têm uma forma própria de comprar que surge da descoberta do consumo. As marcas devem que forem atentas e apresentarem um novo universo de consumo terão bons resultados. Agora, as classes C, D e E tem o poder de escolha, pois seu poder aquisitivo tem melhorado.
2. Identidade e auto-estima: A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizarão cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.
3. Acesso e Qualidade: Como seu poder aquisitivo está maio, poderão exigir mais. Melhor qualidade de atendimento, de produto e melhor qualidade de vida. Bom atendimento não é mais um diferencial e sim uma obrigação. As empresas que souberem utilizar melhor o custo-benefício sairão na frente.
4. Educação como investimento: Estas classes estão cada vez mais conscientes de que, com a educação podem conquistar mais. Assim investirão cada vez mais na educação dos filhos.
5. Juventude e geração C: Os jovens nessas classes estão mais escolarizados, informados e economicamente ativos que seus pais, formando futuramente uma nova geração de consumidores com hábitos de consumo diferentes da atualidade. O Brasil de amanhã terá mais as características dos jovens da atual baixa renda.
6. Vaidade e beleza como inclusão: Agora, as classes mais baixas terão mais acesso a produtos de beleza e estética, criando uma tendência que as empresas precisarão se adequar.
7. Novos Papeis, nova família: Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.
8. Redes, dicas e boca a boca – As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada as novas tecnologias e a disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.
9. Capilaridade e segmentação – A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda, exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das cias. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade, e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.
10. Tecnologia como investimento – A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens populares. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso as informações antes restritas a minoria da população brasileira.
Fonte: ClienteSA

Estudos mostram que estas três classes são as que mais consomem hoje no país, além de ser a maior parte da população: 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra em supermercado. O Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria, e o instituto de pesquisa Datafolha desenvolveram uma pesquisa que apresenta as 10 tendências de comportamento das classes C, D e E.

A seguir veja estas tendências, que impactam um mercado de R$ 760 bilhões:

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Empresas se adaptam ao “novo consumidor”

Há 19 anos, os brasileiros ganharam um importante aliado na “briga” pelos seus direitos, o “Código de Defesa do Consumidor”, o que mudou a relação entre empresas e clientes e fez surgir uma nova geração de consumidores, mais atentos e exigentes. Essas mudanças, mostraram que não basta ter produto e preço, é preciso oferecer o “algo mais”, determinante na hora da escolha.

Mas quem pensa que nessa disputa pelos “novos consumidores” só há espaço para as grandes empresas, engana-se. Os pequenos negócios também passaram a investir em ações inovadoras e programas de fidelização, para conquistar e tentar garantir a presença constante desses clientes. No próximo dia 15 de Março, data em que se comemora o Dia do Consumidor, as micro e pequenas empresas (MPE) mostram que para conquistá-los é preciso, além de criatividade, ter qualidade nos produtos ou serviços, excelente atendimento e preços competitivos.

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