Arquivo para February, 2010
Você sabe quais são as coisas mais importantes da sua vida?
Para ter flexibilidade e agilidade para empreender, é importante ter a vida financeira equilibrada, metas bem definidas e o tempo organizado.
Para muitos o começo do ano é agora, após o carnaval. Então, para quem ainda não se organizou efetivamente para este ano aí vai um gráfico interessante de como fazê-lo.
Para investir em inovação, tempo é dinheiro.
O primeiro trimestre de 2010 pode ser decisivo para guiar os investimentos em Pesquisas e Desenvolvimento no Brasil. Isso porque, além das gigantes multinacionais, que podem criar seus próprios centros de inovação, um modelo que beneficia a grande maioria das empresas é o Open Innovation. Aliado a este modelo de inovação aberta estão as chamadas públicas para contratação de financiamentos, que podem sair a qualquer momento, dar oportunidade para as empresas inovarem, além de serem ou não reembolsáveis.
“A previsão é de que muitas chamadas públicas sejam abertas nestes primeiros meses do ano, período em que as empresas já devem estar preparadas a se candidatar aos benefícios fiscais que as chamadas públicas proporcionam”, explica Eduardo Peixoto, executivo chefe de Negócios do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R), centro de inovação que atua também como desenvolvedor da inovação por meio do Open Innovation. “Não há como prever quando estas oportunidades virão, mas é preciso estar preparado tanto na identificação de pontos para a defesa da inovação até a forma de captação, execução e gestão do projeto como um todo”, completa Peixoto.
Para este ano, os incentivos podem ser ainda maiores do que 2009. Só a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia (Finep) superou no ano passado R$ 900 milhões em operações de crédito, mais de 60% acima de 2008. Em 2010, a perspectiva do desembolso pode chegar a 80% a mais. Ou seja, R$ 1,6 bilhão.
FONTE: SEGS / Sindinformática
Podemos nos enturmar?
Sabemos que ninguém alcança o sucesso sozinho. É de suma importância termos parceiros que cresçam conosco, somando e compartilhando os resultados. Seguindo esta idéia, um texto interessante, fazendo alusão a nosso tempo de “turmas”:
“Na minha adolescência era muito comum andarmos em turmas (ou grupos). Por algum motivo secreto, ao sairmos, nos ajuntávamos naturalmente e as turmas se formavam.
Esses grupos nos garantiam algumas coisas:
- segurança;
- compartilhamento de recursos;
- troca de conhecimentos;
- possibilidade de transitarmos por alguns locais com mais facilidade;
- acesso à algumas pessoas de destaque;
- um status diferenciado.
Andar com a “turma” mais descolada era um prêmio ou um benefício muito disputado. Lembro quando começamos a andar de skate em Goiânia. A marca da moda era Hang Ten, a loja era a Tube, os lugares descolados eram as discotecas, o barato era descer pela Praça Universitária em slalon, num shape de fibra ou então no ralph pipe da 105, no setor Sul. E a “nossa turma” estava em todas, pois sabíamos tudo desse mundo e estávamos sempre nos points, cheios de informação conseguida às duras penas através das revistas especializadas ou no contato com outros carinhas. Tudo muito colaborativo. No mundo surfwear (do qual deriva o skate) as coisas são assim: existe uma competição, mas, em geral, todos torcem por todos. Uns ajudam aos outros para que todos consigam aquela manobra cada vez mais radical. Afinal, é bacana ter a sua nova manobra reconhecida e o grande reconhecimento está na imitação: quando muita gente busca te imitar, mais popular seu nome fica e isso te obriga a tentar inovar mais e mais, pois, um dia, alguém vai conseguir fazer a mesma manobra e, pronto, acabou a exclusividade.
Acontece que, agora, à frente de organizações, nos esquecemos de como isso é bom e importante para o nosso desenvolvimento. Deixamos as “turmas” de lado e resolvemos que somos suficientes em nós mesmos. Podemos caminhar sozinhos, e sempre daremos conta do recado. Nossas ações individuais serão suficientes para nos manter sempre adiante, no mercado que atuamos. Não precisamos de ninguém.
Certa parcela dessa solitária jornada é motivada pelo nosso medo de sermos imitados. As imitações de nossas manobras são uma ameaça. Afinal, tivemos essa “idéia sensacional” e temos de mantê-la em segredo, pois se outras a copiarem não ganharemos a competição.
Redes Sociais serão como o ar que respiramos
Não dá mais para fugir das redes sociais. A empresa gostando ou não terá que se relacionar com seus clientes por meio da web, onde o seu público ou parte dele estará. Mas qual a melhor forma de fazer isso? Que estratégia usar para que o resultado não seja negativo? Para Charlene Li, especialista em tecnologias sociais em web 2.0, a melhor estratégia para entrar nas redes sociais é descobrir primeiro se o cliente realmente faz parte dela. “Faça uma pesquisa para detectar a forma como as pessoas utilizam a tecnologia e como elas tomam suas decisões na web. As estratégias de negócios só devem ser lançadas nas redes sociais se a empresa tiver boa presença neste meio”, explica Charlene, que virá ao Brasil no dia 25 de março para o Seminário HSM Charlene Li.
A analista em redes sociais aponta que em 10, 20 anos ou até menos, as redes sociais serão como o ar que respiramos. Ou seja, estará em todos os lugares. A grande questão, segunda ela é: que tipo de informação será preciso para que as redes sociais funcionem como o ar? Existem três tipos, a questão da identidade: quem é você. A segunda informação está relacionada ao seu contexto: quem você conhece. E a terceira informação são as suas atividades: o que você faz no contexto destes relacionamentos? E para Charlene, mais que saber estas informações é levantar quais sites você visita, quais produtos você consome e traçar estratégias a partir daí. Leia Mais »
Confiança dos consumidores em lojas virtuais cresce no Brasil
Média foi calculada com base nos levantamentos mensais realizados por e-bit e Movimento Internet Segura; em dezembro, índice foi de 85,98%.
O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.
Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.
Os dados mensais revelam que o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%). Em dezembro, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Como o índice foi criado no ano passado, não há dados comparativos de 2008.
Desenvolvido em parceria com o Movimento Internet Segura, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o Índice de Confiança do e-consumidor mede a satisfação dos pesquisados com o desempenho das lojas virtuais.
Fonte: IDGnow


