Arquivo para November, 2009

CIOs falham ao lidar com o uso de redes sociais nas empresas

Para analista da consultoria Forrester Research, os CIOs precisam entender que essas ferramentas tendem a ter o mesmo impacto nos negócios que a internet provocou nas empresas na década de 90.

Como os CIOs têm lidado com as redes sociais dentro das organizações? Na maior parte dos casos, os executivos optam por criar políticas que bloqueiem o acesso dos funcionários a esse tipo de ferramenta. Alguns alegam questões desegurança da informação, enquanto outros apontam que o objetivo é evitar aperda de produtividade.
“O problema com esse tipo de abordagem está no fato de assumir que as redes sociais podem e devem ser bloqueadas com tecnologia”, afirma Nigel Fenwick, vice-presidente da consultoria Forrester Research. “Mas o fato é que muitas pessoas já usam aplicações sociais na web durante o expediente de trabalho em seus própriossmartphones”, acrescenta Fenwick.
Um dos erros que os CIOs cometem, na visão do consultor, é pensar nas redes sociais como qualquer outro tipo de comunicação digital. Mas, de acordo com o especialista, ferramentas como o Twitter e o Facebook representam um novo formato de relacionamento interpessoal.
A única forma eficiente de lidar com as redes sociais nas empresas, orienta Fenwick, é a TI investir em políticas e treinamentos dos funcionários, com o intuito de mostrar como eles podem utilizar esses recursos de forma adequada, sem prejudicar a segurança da informação e burlar as regras corporativas.
Para exemplificar seu ponto de vista, o consultor afirma: “não é só porque a área de TI pode gravar qualquer conversa telefônica que ela precisa fazer isso.” Assim, Fenwick defende que a educação dos usuários tende a ser muito mais efeciente do que a implementação de tecnologias voltadas a bloquear o acesso às redes sociais.
Ainda de acordo com o consultor, os CIOs precisam ter em mente que, quando não permitem que os funcionários da organização acessem as redes sociais, eles podem afetar diretamente os seus negócios. “Eu acredito que, na próxima década, essas ferramentas vão ter o mesmo impacto na sociedade e nas organizações que a internet provocou nos anos 90”, cita o especialista. Segundo ele, ao criar barreiras para o uso dessas ferramentas, os gestores de TI podem perder espaço para os concorrentes.
Fonte: computerworld

Como os CIOs têm lidado com as redes sociais dentro das organizações? Na maior parte dos casos, os executivos optam por criar políticas que bloqueiem o acesso dos funcionários a esse tipo de ferramenta. Alguns alegam questões desegurança da informação, enquanto outros apontam que o objetivo é evitar aperda de produtividade. Leia Mais »

A Revolução da Mídia Social

Alguns podem não entender qual relação dessa revolução com empreendedorismo, mas é algo que gostaria de alertar a todos que pretendem empreender nos tempos atuais.

Como vocês podem ver no vídeo a seguir, as mídias sociais não é só uma moda, não são apenas os jovens quem se divertem com isso, muitas empresas vem lucrando e mercado vem mudando com esta nova tendência.

Não pense também que isso só funciona com empresas grandes: existe um caso de um bar aqui em Goiânia em que ex-clientes vêm falando muito mal dele no Orkut devido a mau atendimento, infelizmente o dono do bar não aproveitou a oportunidade para fazer um marketing de relacionamento via rede social, muito pelo contrario, insultou todos aqueles que estavam comentando o fato e pouco se importou com tudo aquilo. Bom, será que perderá alguns clientes? O que acontece se esse bate papo se espalha aos demais clientes? Talvez seja o inicio do fracasso.

Empreendedorismo avança na Internet

Em artigo anterior, por ocasião da fusão Americanas-Submarino, havíamos apontado os riscos de uma forte concentração do e-commerce entre poucos e grandes varejistas. Afinal, esse tipo de concentração tende a gerar ineficiência econômica devido ao menor estimulo para o aumento da produtividade e oferta de preços,condições que só a competição pode propiciar.

No entanto, uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria eBit, trouxe noticias positivas para o empreendedorismo na Internet no que se refere a distribuição de mercado.O relatório compara a participação de mercado das maiores empresas no quarto trimestre de 2007 e no quarto trimestre de 2008.

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No entanto, uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria eBit, trouxe noticias positivas para o empreendedorismo na Internet no que se refere a distribuição de mercado.O relatório compara a participação de mercado das maiores empresas no quarto trimestre de 2007 e no quarto trimestre de 2008.

Fonte: e-commerce.org.br

50 dicas para turbinar (ou montar) o seu site. Parte 05 de 05

41>>>BRINQUE COM VÁRIOS DOMÍNIOS
Uma boa alternativa para impulsionar os acessos do seu site é a criação de páginas com funções específicas. Além do site institucional, a empresa pode brincar com páginas promocionais, com novos domínios. “Trata-se de uma ferramenta de marketing muito empregada pelas grandes empresas, mas que pode ser usada também pelas pequenas e médias”, conta Erica Saito, gerente regional de estratégia de negócios da VeriSign no Brasil, operadora dos registros para domínios .com e .net mundialmente. Hoje, o preço do registro de um domínio varia de R$ 5 a R$ 20

42>>>DÊ UMA TWITTADA
No início de junho, a construtora e incorporadora Tecnisa vendeu um apartamento na zona oeste de São Paulo por R$ 500 mil. O que era para ser apenas mais um negócio fechado virou notícia no Brasil inteiro: é que a Tecnisa fez a transação pelo Twitter, rede social para microblogging. O comprador, um gerente de tecnologia de uma empresa não identificada, seguia a empresa pelo site desde janeiro e aproveitou uma promoção que também oferecia R$ 2 mil em vale-compras, além de armários planejados para os quartos e a cozinha. “É importante linkar as pessoas seguidoras no Twitter para o blog ou site da empresa”, afirma Pablo Caldas, da Full Haus

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Como ser um empreendedor de sucesso hoje?

R: O mais importante é ter paixão pelo que se faz. Pense no que você faria feliz, mesmo se não ganhasse dinheiro
Por Wilson Gotardello Filho
Entregar felicidade. Com essa missão, Tony Hsieh montou um negócio de us$ 1 bilhão na web. A seguir, o guru e empresário de 35 anos revela o que (só) a Zappos tem
(foto)
Cabeça raspada, camisa por fora da calça jeans e sapatos pretos. O figurino não lembra o de um empresário tradicional no comando de uma companhia com vendas anuais de US$ 1 bilhão. Mas Tony Hsieh, 35 anos, fundador e presidente da Zappos.com, não é diferente de seus colegas apenas na maneira de se vestir. Ele fala outra língua. Em recente visita a São Paulo, Hsieh conversou com Pequenas Empresas & Grandes Negócios sobre seu assunto preferido: a felicidade. Mais do que curiosidade, o tema virou filosofia de vida e está hoje no âmago dos seus negócios. A empresa de varejo on-line de Hsieh, que começou vendendo sapatos e agora pretende despachar tudo quanto é mercadoria, tem como missão “entregar felicidade”. Aos céticos (e cínicos), os números: com um atendimento ao consumidor fora do comum, a Zappos.com conseguiu multiplicar o seu faturamento em 625 vezes nos últimos nove anos e passou de milionária a bilionária.
Hsieh diz que isso só é possível porque todos os seus funcionários compartilham dos mesmos explícitos e peculiares valores. Entre eles, “ser aventureiro, criativo e cabeça aberta”, “incentivar e conduzir mudanças”, “se divertir e ser um pouco estranho”, “construir um ambiente de trabalho familiar e divertido”, “fazer mais com menos” e “ser apaixonado pelo que faz”. “Não interessa onde você está, o mais importante é ter paixão pelo que faz”, afirma Hsieh. Só começa a trabalhar na Zappos quem se sente tocado por esses mandamentos. Após quatro semanas de treinamento, os recém-contratados recebem uma proposta: US$ 2 mil para desistir da vaga. Menos de 10% preferem embolsar o dinheiro a ficar na empresa.
Depois de ampliar as vendas da Zappos.com de US$ 1,6 milhão em 2000 para US$ 1 bilhão no ano passado, Hsieh virou o centro das atenções nos Estados Unidos. Em julho, a Amazon adquiriu a empresa por US$ 928 milhões em ações. Agora, Hsieh pretende criar uma companhia aérea, a Zappos Airlines.
Ele orgulha-se de enviar sapatos, bolsas, roupas e óculos para qualquer lugar nos Estados Unidos, em oito horas, sem taxas de entrega. Se o cliente quiser trocar o produto, a empresa arca com todos os custos. Meias gratuitas vão junto com os sapatos. Os atendentes do call center 24 horas não recebem um script. Frequentemente, passam horas ao telefone fazendo bem mais do que a venda de um produto — às vezes, a ligação vira uma sessão de terapia. Se for para deixar os 11 milhões de consumidores felizes, por que não?
TONY HSIEH
QUEM É: fundador da Zappos.com
O QUE FAZ: criou e comanda uma empresa de varejo on-line que virou um fenômeno nos Estados Unidos e fatura US$ 1 bilhão ao ano
http://blogs.zappos.com/blogs/ceo-and-coo-blog
Quais são as características de um empreendedor de sucesso nos dias de hoje?
Eu acredito que a característica mais importante — gosto de repetir isso — é a paixão pelo que se faz. Pense no que você faria feliz, mesmo se não ganhasse dinheiro. Isso é o que você deveria estar fazendo agora. Se o empreendedor criar um negócio pensando apenas no dinheiro, dificilmente terá sucesso. É preciso também ter funcionários e consumidores apaixonados. As melhores empresas são as que conseguem combinar lucro, paixão e uma boa proposta.
Quais as diferenças entre empreender em 1994, quando você começou, e atualmente?
Hoje é muito mais fácil e barato. Quando criei a minha primeira empresa, a internet de alta velocidade custava US$ 1.500 por mês. Hoje é possível encontrar empresas que cobram US$ 15 por mês.
É vantajoso administrar uma empresa on-line?
Se você tem uma loja física, o tamanho do seu negócio vai ser limitado pelo tamanho dessa loja. Você não consegue receber 5 mil clientes. Quando se está on-line e se presta um bom serviço, é possível vender para 5 mil ou 20 mil pessoas. Ou mais.
A Zappos começou como uma revendedora de calçados e hoje é uma prestadora de serviços. Como vocês cresceram?
Nós fizemos questão de continuar vendendo sapatos, mas percebemos que podíamos fazer algo maior, como prestar serviços. Então percebemos que precisávamos definir muito bem nossos valores. A questão é sempre pensar maior do que a empresa é. Mas sem mudar o foco. Tome como exemplo uma lanchonete. Se você pensar que essa empresa apenas vende sanduíches, terá uma visão limitada. Mas existem diversas maneiras de expandir o alcance do negócio, como transformar o sanduíche em uma experiência. Você pode vender o lugar ideal para primeiros encontros amorosos, por exemplo. Neste caso, muita coisa mudaria. O som ambiente, as luzes, a privacidade das pessoas.
Isso significa que é melhor apostar numa experiência do que em um produto?
O essencial é pensar em como você quer que as pessoas se sintam quando interagem com seus produtos ou serviços. Pense comigo: enquanto a sua empresa está focada em vender sanduíches, a lanchonete ao lado pode estar pensando mais do que isso. Pensar maior diminui as chances de o negócio dar errado.
Você é um defensor do bom serviço na internet. Qual a sua definição para esse conceito?
Na verdade existem três tipos de serviços: o mais barato, o mais rápido e o melhor. É possível oferecer dois deles, mas é impossível ter os três ao mesmo tempo. Acreditamos que é muito difícil competir em preços — a não ser que a sua empresa seja o Wal-Mart. Então, apostamos na qualidade. Queremos que os consumidores comprem da Zappos porque eles realmente gostam da experiência.
Você disse certa vez que prefere investir para melhorar o serviço, mais do que em marketing. O marketing está se tornando secundário na internet?
Não, na verdade nós ainda investimos em marketing. Compramos palavras-chave e usamos links patrocinados de todas as marcas que vendemos. Mas, se quiséssemos, poderíamos gastar US$ 10 milhões ou US$ 20 milhões a mais em marketing. Em vez disso, optamos por aplicar esse dinheiro em processos que melhorem a experiência dos consumidores e deixamos que eles façam a divulgação no nosso lugar. O boca a boca é a ação de marketing mais eficiente para a nossa empresa.
A Zappos é famosa por oferecer US$ 2 mil para um funcionário em treinamento desistir de trabalhar na empresa. O senhor teve algum receio de atrair oportunistas com essa estratégia?
Na verdade, não. Porque o nosso departamento de recursos humanos é muito bom em recrutar as pessoas. Não são perfeitos, mas eles acertam na maioria das vezes. Nós sempre gostamos de tentar coisas novas — e, se não funcionar, a gente muda. No caso, deu certo. Eu diria que 90% das pessoas que contratamos são boas. O RH consegue perceber durante as entrevistas quem tem a ver com a cultura da empresa e quem não tem.
Existe o risco de perder essa cultura após a aquisição?
Não. Nós vamos continuar independentes e a Amazon entende que foi a nossa cultura que nos transformou no que somos hoje.

R: O mais importante é ter paixão pelo que se faz. Pense no que você faria feliz, mesmo se não ganhasse dinheiro

Por Wilson Gotardello Filho

Entregar felicidade. Com essa missão, Tony Hsieh montou um negócio de us$ 1 bilhão na web. A seguir, o guru e empresário de 35 anos revela o que (só) a Zappos tem

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50 dicas para turbinar (ou montar) o seu site. Parte 04 de 05

31>>>FIQUE DE OLHO NAS COMUNIDADES
São muitas as redes colaborativas na internet hoje em dia. Estar atento ao que falam sobre sua empresa e aproveitar para angariar visitantes para o seu site é fundamental. No entanto, é preciso tomar cuidado na hora de participar dessas redes. Nunca tente esconder a sua ligação com a empresa. As pessoas percebem e rejeitam elogios anônimos e gratuitos, alerta Raquel Horta, da Mapa Digital

32>>>ENTRE NO ORKUT E NO FACEBOOK
Roberto Karam, sócio da La Passione Doces, tem um perfil no site de relacionamento Orkut no nome da empresa. Segundo ele, 30% dos contatos feitos por intermédio do Orkut acabam em negócio. O empresário considera a ferramenta tão eficiente que vai contratar nos próximos meses um profissional apenas para ficar explorando as comunidades do site. “O segmento de casamento é muito envolvido com internet. As pessoas nos conhecem pelo Orkut e depois nos procuram”, diz Karam. Com o objetivo de atrair público para o site da La Passione Doces, ele mantém no seu perfil dados da empresa e fotos dos produtos. O Facebook ainda não faz tanto sucesso no Brasil como o Orkut, mas já tem uma massa crítica que não pode ser desprezada. “O Orkut já está estabelecido, mas o Facebook tem um público mais antenado e moderno”, explica Pablo Caldas, da agência especializada Full Haus. Dependendo do perfil da marca, pode ser interessante usar o Facebook para atrair stakeholders para o site

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Meu primeiro negócio

Em junho de 2008, o engenheiro mecânico Darlan Dallacosta, 27 anos, traçava o caminho inverso da maioria dos pesquisadores brasileiros: deixava para trás a universidade, mais precisamente o centro de pesquisas da Universidade Federal de Santa Catarina, para abrir a própria empresa, transformando em lucros o conhecimento acumulado ao longo de muitos anos.

Prestes a concluir seu doutorado em biomecânica, hoje ele está à frente da Scitec Soluções em Ensaios de Materiais e Produtos, com sede na cidade de São José, em Santa Catarina. A empresa, com apenas três funcionários, é uma das únicas no país especializada na avaliação de materiais e desempenho de produtos acabados para a área da saúde. “Fazemos testes completos de qualidade e performance de acordo com as normas nacionais e internacionais, em trabalhos que podem durar de poucas horas a 60 dias de operação contínua”, diz Dallacosta. Na carteira, 20 clientes, a maioria pequenos e médios fabricantes de próteses ortopédicas, que juntos garantem à Scitec um faturamento anual de R$ 300 mil. “A meta é atender pelo menos 40 parceiros nos próximos dois anos e expandir a participação no mercado, com trabalhos voltados às indústrias automobilística e naval.
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50 dicas para turbinar (ou montar) o seu site. Parte 03 de 05

21>>>DISPONIBILIZE UM JOGO NO SITE
Um jogo no site pode ser um extra interessante para atingir seu público-alvo. A fabricante de preservativos Blowtex disponibiliza quatro jogos no seu site. “Essa ferramenta traz muitos acessos ao site, mas precisa ser renovada com frequência”, diz Marco Martinez, diretor de marketing da empresa. Segundo Juliana Constantino, diretora da Agência Click, jogos online são fáceis de desenvolver e atraem os internautas

22>>>INSIRA “DÚVIDAS FREQUENTES”
Existem muitas etapas no processo de venda dos seus serviços ou produtos? Crie uma seção de “dúvidas frequentes” para o seu site. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que essa é uma parte muito acessada do seu site. “Os usuários normalmente não gostam de ler grandes textos. Essa seção facilita o acesso a informações de maneira rápida”, diz. Segundo Regina, o recurso facilita o contato futuro, já que o usuário se certifica de que a empresa oferece exatamente o que ele procura

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Como ganhar dinheiro com a revolução digital

Em uma manhã de julho, em que os termômetros na cidade de Santo André, na Grande São Paulo, registram 14 graus, o movimento nos quatro andares da fabricante de máquinas de sorvetes Finamac é intenso. Nos últimos 19 anos, os operários não trabalhavam em pleno inverno. Eram liberados em fevereiro e voltavam apenas no segundo semestre, quando começavam a pingar os pedidos para o verão. Mas, neste ano, os 29 funcionários não tiveram folga. A sazonalidade, enfrentada desde a fundação da empresa, em 1989, deixou de ser um problema. Por trás dessa mudança está o empresário Marino Arpino, 50 anos, e uma aliada: a internet.
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50 dicas para turbinar (ou montar) o seu site. Parte 02 de 05

11>>> TOME CUIDADO COM AS CORES

O visual do site pode ser decisivo para o sucesso na rede. “Cores muito fortes irritam as pessoas e cores pastel acabam relaxando demais o usuário. O ideal é ter um meio termo”, diz Soncini, da agência especializada WX7. Segundo ele, a mescla de tons é importante para não mexer no emocional dos consumidores. “Cores muito escuras, por exemplo, deixam os usuários nervosos e fazem com que eles queiram sair rápido do site”, afirma Darcy Barbará Filho, sócio da desenvolvedora de sites WT11. Nos textos, é importante ter contraste. “Nada de site vermelho com letras cor-de-rosa”, recomenda Barbará. Uma boa saída é combinar cinza, branco e azul, ou então usar tom sobre tom. “Um laranja mais escuro com um laranja mais claro funciona bem”, diz

12>>> NÃO UTILIZE JARGÕES

Esqueça siglas e termos específicos da área de atuação da sua empresa. Os consumidores não estão acostumados com a terminologia peculiar a um setor. “Isso dificulta a compreensão e acaba restringindo o público”, diz Juliana Constantino, da agência Click. O ideal é explicar os conceitos e os serviços do site em linguagem simples, acessível a leigos e especialistas

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