Arquivo para October, 2009

Dilema de quem quer investir em uma franquia

A grande dificuldade de quem quer investir em uma franquia é se tornar um franqueado de uma marca consagrada. Se o investidor quer uma marca reconhecida, não existe muita oportunidade, afinal de contas, se surge uma oportunidade de ponto comercial perto da casa de quem se candidata a franqueado, o franqueador dará preferência para quem já faz parte da rede.

 E se for entrar em marcas estreantes (aquelas redes com 2, 3 ou 5 operações, por exemplo), acaba correndo riscos elevadíssimos! Não se esqueça de que os “pioneiros são comidos pelos índios”.

 Assim, mesmo com capital na mão, o investidor fica sem muitas opções!

 “Nem céu, nem terra”! Busque redes no estágio inicial um pouco mais avançado de crescimento. Aquelas redes que tenham pelo menos de 2 a 3 anos de operação, dependendo da operação, e que tenham pelo menos de 20 a 40 unidades. Neste caso, a marca já consegue entregar mais acerto do que erros ao novo investidor, que terá seus riscos muito bem calculados.

Autor: Jae Ho Lee

Fonte: Voce S/A

Pequenas empresas usam Twitter para se comunicar

Três semanas depois que Curtis Kimball inaugurou seu carrinho de venda de sobremesas em San Francisco, ele percebeu que na fila, entre os rostos amigos e conhecidos, havia uma pessoa que ele não conhecia esperando para comprar uma sobremesa. Kimball perguntou como o novo freguês havia descoberto sobre o carrinho, e descobriu que ele havia lido a respeito no Twitter.

Para Kimball, que admitiu que até aquele momento não havia “compreendido de verdade qual era o propósito do Twitter”, a beleza da divulgação digital de freguês a freguês se tornou imediatamente perceptível. Ele criou uma conta no serviço de microblogs, e hoje já acumulou mais de 5,4 mil seguidores que acompanham seus posts sobre os locais que o carrinho visitará a cada dia e informações sobre o cardápio diário, com ofertas de creme brulée em sabores como lavanda e laranja.

“Eu adoraria dizer que desde o começo tinha essa excelente idéia e estratégia, mas na verdade o Twitter desempenhou papel essencial para o sucesso do meu negócio”, diz Kimball, que largou seu emprego diurno como marceneiro a fim de conseguir acompanhar a demanda pelas sobremesas que vende.

Há muitos comentários sobre a maneira pela qual grandes empresas, a exemplo da Dell, Starbucks e Comcast, utilizam o Twitter como veículo de promoção de seus produtos e de atendimento aos seus clientes. Mas hoje em dia as pequenas empresas superam de longe em número as grandes companhias, entre os usuários do serviço de microblogs, e o Twitter na verdade atende muito melhor às necessidades delas.
E as pequenas empresas vão usando o twitter…

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6 dicas de marketing que não custam nada

Acabei de encontrar estas dicas no blog Visão de Marketing e gostaria de compartilhar com todos os empreendedores no dia de hoje.

O que quero deixar claro é que marketing é uma das principais ferramentas de divulgação de crescimento da empresa, independente do tamanho dela, mas infelizmente muito empreendedores não vêem dessa forma, quando uma empresa começa a andar mal das pernas, a primeira coisa cortar qualquer tipo de verba destinada a alguma ação de marketing.

Então, segue algumas dicas que bem baratas (grátis) para que o empreendedor possa colocá-las em pratica em seu negócio em caminhar para o sucesso.

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Sebrae disponibiliza cursos on-line para orientar empresários

 

Já tive a oportunidade de participar de algumas oficinas de empreendedorismo e estratégia no Sebrae. Há algum tempo também tive contato com o EMPRETEC, que é oferecido pelo Sebrae em conjunto com a ONU, mas este é assunto para um outro tópico. Todos os contatos que tive com a instituição me foram muito produtivos, tanto em termos de conhecimento quanto de rede de contatos (ou networking).

O Sebrae está disponibilizando dois cursos gratuitos on-line (com a opção de serem presenciais de forma não gratuita) com foco em empreendedorismo e abertura de negócio na internet. Os cursos contemplam tópicos muito interessantes incluindo finanças, indicadores de desempenho e pesquisa de mercado.

Aqui está a descrição completa deles:

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O MARKETING PELA INTERNET PARA PEQUENAS EMPRESAS

As micro e pequenas empresas geralmente não sabem aproveitar ao máximo o potencial que têm quando o assunto é marketing. Muitos proprietários acham, erroneamente, que “pensar em marketing é coisa para empresa grande” – quando na verdade o marketing deve estar presente na administração de todo o tamanho de empresa.

Falar sobre estratégias de marketing para pequenas empresas não é fácil – seja pelo baixo orçamento, seja pelas grandes dificuldades que as pequenas enfrentam no seu dia-a-dia. Contudo, é possível discutirmos algumas estratégias do marketing de maneira simplificada e direta, mostrando algumas soluções perfeitamente condizentes com pequenas empresas. O primeiro deles é o “marketing de relacionamento”.

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Guia prático para o registro de empresas

Para uma micro ou uma pequena empresa exercer suas atividades no Brasil, é preciso, entre outras providências, ter registro na prefeitura ou na administração regional da cidade onde ela vai funcionar, no estado, na Receita Federal e na Previdência Social. Dependendo da atividade pode ser necessário também o registro na Entidade de Classe, na Secretaria de Meio-Ambiente e outros órgãos de fiscalização. A seguir, mostraremos caminhos e daremos dicas para tornar esse momento empresarial menos complicado.

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Marketing para MPEs

Sempre apostei que qualquer tipo de empresa, independente de seu tamanho, pode realizar ações de marketing de baixo custo, contribuindo para divulgação de seu negócio.

Gostaria de esclarecer a todos os empreendedores que o marketing não é uma despesa inútil, mas sim uma grande ferramenta para o crescimento da empresa, se bem utilizado, por meio de um bom plano de marketing e um bom plano de negócios.

Encontrei este artigo da PEGN e gostaria de compartilhar com todos aqui do Empreender.INFO.

Em momentos de aperto econômico, como o atual, o marketing das empresas costuma ser jogado para segundo plano. Eis um grande equívoco, dizem os especialistas. ‘Justamente em períodos de contenção de despesas, quando a maioria dos empresários se esconde, é que se deve divulgar o negócio’, afirma José Eduardo Balian, professor de finanças da ESPM. ‘Está aí a grande chance de se diferenciar da concorrência.’

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O papel do Sebrae no acesso aos serviços financeiros

O Sebrae assume o papel de facilitar o acesso aos serviços financeiros pelas micro e pequenas empresas e empreendedores:

O acesso aos serviços financeiros, sobretudo o crédito, é certamente um dos principais propulsores da economia dos países e de suas empresas, contribuindo diretamente para o seu crescimento e desenvolvimento social.

Pesquisas indicam que em algum momento as empresas acabam necessitando de recursos de terceiros. Entretanto, a falta de crédito ainda se constitui com um forte obstáculo para a criação e o desenvolvimento dos pequenos negócios no Brasil.

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A pessoa empreendedora é apaixonada pelo que faz

Estudos sobre a atividade empresarial na década de 40, na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, estabeleceram o conceito de “motivação para a realização” e a identificação de um elemento psicológico crítico no empreendedor, direcionado para o “impulso de melhorar”. Gradativamente, o perfil empreendedor passou a acumular outros elementos com a sensibilidade de praticar o exercício de saber ouvir, o desejo de inovar e a capacidade de identificar oportunidades através da paixão pelo trabalho realizado. Ao contrário de sempre reclamar de algum problema, da ausência de oportunidades e de constantes desculpas, o empreendedor busca superar desafios e procura aproveitar cada oportunidade como um momento único para surpreender. Você conhece alguém com estas características?

Observe que diante destas atitudes de ouvir, treinar, inovar e ser uma pessoa apaixonada pelo que realiza, o empreendedor passou por inúmeras transformações e neste período contemporâneo pode ser presença nos diversos setores da economia e, nos mais diversificados ambientes do mercado de trabalho. Com brilho nos olhos, o empreendedor é capaz de relatar seu processo de mudança e desejo contínuo de encantar através da ruptura do comodismo, alternativas para inovar e superar expectativas. Observe que ao procurar um empreendedor, os dois fatores a seguir são presença nos traços de comportamentos e personalidade.

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10 tendências de comportamento das classes C, D e E

10 tendências de comportamento das classes C, D e E
Estudos mostram que estas três classes são as que mais consomem hoje no país, além de ser a maior parte da população: 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra em supermercado. O Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria, e o instituto de pesquisa Datafolha desenvolveram uma pesquisa que apresenta as 10 tendências de comportamento das classes C, D e E.
A seguir veja estas tendências, que impactam um mercado de R$ 760 bilhões:
1. Consumidor de inclusão: Estas classes têm uma forma própria de comprar que surge da descoberta do consumo. As marcas devem que forem atentas e apresentarem um novo universo de consumo terão bons resultados. Agora, as classes C, D e E tem o poder de escolha, pois seu poder aquisitivo tem melhorado.
2. Identidade e auto-estima: A base da pirâmide está mais consciente da sua importância na sociedade e valorizarão cada vez mais as suas conquistas enaltecendo a relação com as suas origens, sua história e suas características.
3. Acesso e Qualidade: Como seu poder aquisitivo está maio, poderão exigir mais. Melhor qualidade de atendimento, de produto e melhor qualidade de vida. Bom atendimento não é mais um diferencial e sim uma obrigação. As empresas que souberem utilizar melhor o custo-benefício sairão na frente.
4. Educação como investimento: Estas classes estão cada vez mais conscientes de que, com a educação podem conquistar mais. Assim investirão cada vez mais na educação dos filhos.
5. Juventude e geração C: Os jovens nessas classes estão mais escolarizados, informados e economicamente ativos que seus pais, formando futuramente uma nova geração de consumidores com hábitos de consumo diferentes da atualidade. O Brasil de amanhã terá mais as características dos jovens da atual baixa renda.
6. Vaidade e beleza como inclusão: Agora, as classes mais baixas terão mais acesso a produtos de beleza e estética, criando uma tendência que as empresas precisarão se adequar.
7. Novos Papeis, nova família: Os papéis dos homens e mulheres já não são mais os mesmos. Com o crescimento do poder (consciência, status e renda) as mulheres da baixa renda, estarão mais independentes e construirão uma outra relação familiar. Isso implicará no desenho de uma nova família, cada vez menor e com uma renda per capita maior.
8. Redes, dicas e boca a boca – As classes baixas sempre dependeram mais uns dos outros para viver, ou seja, cresceram e aprenderam a conviver em um ambiente colaborativo. Aliada as novas tecnologias e a disseminação das redes sociais, a baixa renda potencializará as suas já extensas relações sociais.
9. Capilaridade e segmentação – A geografia dos bairros e os diferentes tipos sociais das pessoas de baixas renda, exigem diferentes formatos de produtos e distribuição das cias. Os canais de venda deverão ter maior capilaridade, e as marcas trabalharão produtos segmentados para uma grande massa de consumidores.
10. Tecnologia como investimento – A penetração de tecnologia da informação está em plena expansão nas classes baixas, principalmente através dos jovens populares. Tecnologia é vista como investimento no futuro profissional e como canal de acesso as informações antes restritas a minoria da população brasileira.
Fonte: ClienteSA

Estudos mostram que estas três classes são as que mais consomem hoje no país, além de ser a maior parte da população: 85% da população, 69% dos cartões de crédito e 70% de tudo que se compra em supermercado. O Data Popular, empresa de pesquisa e consultoria, e o instituto de pesquisa Datafolha desenvolveram uma pesquisa que apresenta as 10 tendências de comportamento das classes C, D e E.

A seguir veja estas tendências, que impactam um mercado de R$ 760 bilhões:

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