Arquivo para October, 2009

Critérios e conceitos para classificação de empresas

Os critérios que classificam o tamanho de uma empresa constituem um importante fator de apoio às micro e pequenas empresas, permitindo que estabelecimentos dentro dos limites instituídos possam usufruir os benefícios e incentivos previstos nas legislações. No Estatuto de 1999, o critério adotado para conceituar micro e pequena empresa é a receita bruta anual. Além do critério adotado no Estatuto, o Sebrae utiliza ainda o conceito de funcionários nas empresas.

Os critérios que classificam o tamanho de uma empresa constituem um importante fator de apoio às micro e pequenas empresas, permitindo que estabelecimentos dentro dos limites instituídos possam usufruir os benefícios e incentivos previstos nas legislações.

No Estatuto da Micro e Pequena Empresa, de 1999, o critério adotado para conceituar micro e pequena empresa é a receita bruta anual, cujos valores foram atualizados pelo Decreto nº 5.028/2004, de 31 de março de 2004, são os seguintes: Leia Mais »

As 25 melhores cidades para você empreender

Conheça os municípios de pequeno e médio porte que crescem bem mais do que as grandes metrópoles e reúnem boas oportunidades para quem quer montar um negócio
Por Adriana Fonseca e Kátia Simões
Tempos atrás, se você quisesse abrir um negócio próprio, teria mais chance de sucesso numa grande metrópole. Ali estavam concentrados os consumidores mais endinheirados, os investimentos em infra-estrutura e também as grandes empresas, em torno das quais um rol de pequenos negócios se estruturava. Esse cenário mudou, como mostra estudo exclusivo, feito pela consultoria paulistana Geografia de Mercado para Pequenas Empresas & Grandes Negócios, que deu origem à lista de 25 cidades boas para se empreender.
Veja o que mostrou o levantamento:
-Há cidades de pequeno e médio porte que crescem bem mais do que as grandes metrópoles
-Os investimentos públicos e privados não se concentram apenas no Sul e no Sudeste
-As regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste têm índices de crescimento consistentes de produção e de renda
Hoje, ao contrário de outros tempos, vale a pena considerar os pequenos e médios municípios, com menos de 1 milhão de habitantes, na hora de montar um negócio. O novo boom de riqueza nacional passa longe das grandes metrópoles, que se desenvolvem lentamente ou estão estagnadas. Na última década, o PIB do interior cresceu 49%, cerca de dez pontos percentuais a mais do que o das metrópoles. “Trata-se do fenômeno da ‘deseconomia de aglomeração’, que transfere atividades econômicas, principalmente a indústria, para regiões menos concorridas, favorecendo seu crescimento”, afirma Tânia Bacelar, professora da Universidade Federal de Pernambuco e especialista em economia regional do Nordeste.
Os investimentos públicos e privados, antes concentrados basicamente no Sul e no Sudeste, também estão migrando para outras regiões e o avanço do agronegócio, que pede terras mais baratas e em larga escala, tem promovido uma maior ocupação de áreas como o Cerrado. Neste novo cenário, as regiões Norte e Centro-Oeste ganham fôlego e, seguidas pelo Nordeste, chamam a atenção pelos altos índices de crescimento, pelo seu potencial de consumo e qualidade de vida.
Na região Amazônica, há ainda um outro fator fundamental a impulsionar o desenvolvimento: a exploração sustentável dos recursos naturais, com negócios estruturados de forma a manter a floresta em pé. “As empresas de ciência e tecnologia terão um papel crucial nessa nova fase de desbravamento da Amazônia, não só pelo uso correto das riquezas naturais, como pela melhoria de infra-estrutura das cidades em que se instalarão”, afirma Bertha Becker, geógrafa, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro e estudiosa da Amazônia.
Empreender numa cidade menor representa, também, a possibilidade de viver num local mais tranqüilo, com baixos índices de violência. “De uma maneira geral, as cidades de médio porte possuem uma qualidade de vida melhor do que as regiões metropolitanas”, afirma Fernando Cézar de Macedo, professor do Instituto de Economia da Unicamp. “Com a ampliação da oferta de serviços e a generalização das tecnologias da informação, morar no interior não significa mais ficar isolado do mundo. Ao mesmo tempo, pode-se desfrutar de condições de vida mais amenas”.
Ok, mas como escolher uma cidade? Para onde rumar? Antes de mais nada, é preciso definir o negócio com o qual se tem afinidade e competência. E só então sair em busca de um lugar para implantá-lo. Enxergar uma oportunidade em um país de proporções continentais e com regiões de perfis tão diferentes quanto o Brasil não é fácil. É preciso muito mais do que faro e dinheiro no bolso. Nossa lista de 25 cidades pode ser o seu ponto de partida. Ela foi elaborada pelo especialista em planejamento urbano Tadeu Masano, presidente da Geografia de Mercado, empresa especializada em estratégia de micro e macrolocalizações, e professor da Fundação Getulio Vargas.
Para chegar aos nomes das cidades, Masano cruzou diversos indicadores, entre eles o crescimento do número de empregos e de negócios abertos, a massa salarial, os depósitos bancários, o número de automóveis, o Produto Interno Bruto, o Índice de Desenvolvimento Humano e o Índice de Potencial de Consumo, considerando-se não apenas o crescimento na década, mas também no último ano.
“Para facilitar a escolha das cidades, dividimos os mais de 5.000 municípios brasileiros pelo tamanho de sua população”, diz Masano. Eles foram classificados em quatro grupos: entre 50.000 e 100.000 habitantes; 100.000 e 200.000 habitantes; 200.000 e 500.000 habitantes; e 500.000 e 1 milhão de habitantes. “O fator principal de corte foi o Índice de Potencial de Consumo, que não poderia ser inferior a 0,04% de tudo o que é consumido no país, mas também levamos em conta a infra-estrutura local, os bolsões de violência e os níveis de saturação de algumas áreas do Sul e do Sudeste”. O resultado revelou municípios com bom potencial de crescimento sustentável em todas as regiões do país.
Fonte: PEGN

Conheça os municípios de pequeno e médio porte que crescem bem mais do que as grandes metrópoles e reúnem boas oportunidades para quem quer montar um negócio

Por Adriana Fonseca e Kátia Simões

Tempos atrás, se você quisesse abrir um negócio próprio, teria mais chance de sucesso numa grande metrópole. Ali estavam concentrados os consumidores mais endinheirados, os investimentos em infra-estrutura e também as grandes empresas, em torno das quais um rol de pequenos negócios se estruturava. Esse cenário mudou, como mostra estudo exclusivo, feito pela consultoria paulistana Geografia de Mercado para Pequenas Empresas & Grandes Negócios, que deu origem à lista de 25 cidades boas para se empreender.

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Por que investir em ações?

Tradicionalmente a maioria dos brasileiros investe seu capital na caderneta de poupança. O que mostra duas coisas: sua aversão a risco e falta de esclarecimento dos agentes financeiros sobre outras possibilidades de investimentos no mercado de capitais. Não invisto em ações porque não entendo muito a respeito, ou, não entendo de ações, por isso não invisto.

Uma tendência de não correr risco faz com que a maioria opte por investir nos ativos de renda fixa em detrimento aos de renda variável. Os investidores americanos na terceira idade, ao contrário dos brasileiros, investem suas economias em ações de empresas sólidas e boas pagadoras de dividendos, o que mostra como a cultura faz diferença. São necessárias ações afirmativas de marketing no sentido de esclarecer as vantagens, desvantagens e riscos que oferecem os mercados de ações.

O que posso fazer com meu recurso poupado? A resposta está no dilema risco versus retorno. Quanto maior retorno, maior o risco. Quanto menor o retorno, menor o risco. A maioria dos investidores brasileiros opta em investir seu capital poupado em ativos de renda fixa. Porque são previsíveis seus rendimentos e menos arriscados, com retornos menores comparados aos ativos de renda variável no longo prazo.

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Busca de novos clientes

TRÊS EMPREENDEDORES CONTAM SUAS ESTRATÉGIAS

CRISTINA FRANCO é franqueadora da rede Bit Company, de cursos profissionalizantes, de informática e de idiomas

QUAL É O MAIOR ACERTO? >>> Incentivamos a propaganda boca a boca. Afinal, ninguém melhor do que nossos 30 mil alunos para trazer novos estudantes à rede. Hoje, cerca de 20% das nossas matrículas são resultados de indicações internas, incentivadas por sorteios e distribuição de brindes

COMO FUNCIONA? >>> Neste ano estamos sorteando um notebook por mês entre alunos de nossas 130 unidades. A cada amigo matriculado, nossos estudantes ganham um cupom para participar da promoção. Nossos franqueados também podem distribuir cupons para o sorteio a quem for à aula vestindo a camiseta da escola ou se inscrever em novos cursos. Ainda distribuímos brindes como mochilas ou camisetas

ONDE NÃO FOMOS TÃO BEM? >>> Há dois anos sorteamos uma casa entre os alunos. Embora a campanha não tenha sido malsucedida, hoje preferimos sortear uma quantidade maior de itens de menor valor. Com a nova estratégia, crescem as chances de premiação e aumenta o nível de participação na campanha

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O novo perfil do empreendedor

Com a crise mundial aconteceram algumas mudanças no mercado e consequentemente no perfil dos investidores.

O empreendedor nato não se assusta com crises, na verdade ele vê nelas oportunidade para crescimento, procura saídas para se beneficiar, e durante o processo gera desenvolvimento.

Os grandes investidores que perderam muito dinheiro com a crise mundial se retraíram consideravelmente, criando oportunidades para os pequenos investidores, que por sua vez não perderam nada, ou muito pouco.

Agora é o momento de pequenos investidores/empreendedores se adentrarem em negócios onde não havia oportunidades, pois eram controlados por grandes investidores.

Em um próximo tópico comentarei sobre o levantamento de capital para estes investimentos. Até lá vamos discutir aqui as oportunidades latentes.

Adesão ao Simples Nacional

A partir do dia 3 de novembro e até o dia 30 de dezembro de 2009, as micro e pequenas empresas poderão agendar, para janeiro, sua opção pelo Simples Nacional – que é o sistema simplificado de arrecadação de tributos dessas empresas.
Conforme a Secretaria Executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional, o agendamento será feito por meio do site do Simples Nacional – portal da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br) – no serviço ‘Agendamento da Solicitação da Opção pelo Simples Nacional’, item ‘Contribuintes’.
Podem aderir ao Simples Nacional empresas com receita bruta anual de até R$ 2,4 milhões e que estejam entre as atividades econômicas permitidas para o sistema. As novas empresas, ou seja, aquelas que estão iniciando formalmente suas atividades, podem aderir ao sistema a qualquer momento. Aquelas que já atuam formalmente só podem aderir no mês de janeiro de cada ano.
São exatamente aquelas que só podem aderir em janeiro de cada ano que poderão fazer o agendamento de sua opção. De acordo com as normas do Comitê Gestor, o agendamento não é obrigatório e seu objetivo é apenas dar mais tempo para que as empresas interessadas possam verificar e resolver pendências para poder entrar no sistema.
A empresa sem nenhuma pendência que tiver seu agendamento confirmado, estará automaticamente no sistema a partir do dia 1º de janeiro de 2010. Quem tiver pendência não terá seu agendamento aceito até que esses problemas estejam resolvidos.
Empreendedor Individual
O Empreendedor Individual – figura jurídica que permite a formalização dos chamados ambulantes ou trabalhadores por conta própria – também integra o Simples Nacional e paga uma taxa fixa mensal de até R$ 57,15 por meio do chamado Sistema de Recolhimento em Valores fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei). Mas ele não precisa fazer o agendamento, já que a sua entrada no sistema é automática, no momento em que ele se formaliza.
Veja, abaixo, perguntas e respostas elaboradas pelo Comitê Gestor sobre o agendamento da opção pelo Simples Nacional.
Em que consiste?
É a possibilidade de o contribuinte manifestar o interesse na opção pelo Simples Nacional para o ano subseqüente, antecipando as verificações de pendências impeditivas ao ingresso no Regime.
É obrigatório para ingresso no Simples Nacional?
Não. O agendamento é um serviço que objetiva facilitar o processo de ingresso no Regime.
O agendamento está disponível para enquadramento no Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei)?
Não. O agendamento só é válido para a opção pelo Simples Nacional.
Quais as vantagens?
O contribuinte poderá dispor de mais tempo para regularizar as pendências porventura identificadas. No caso de não haver pendências, a solicitação de opção para o ano-calendário subseqüente já estará agendada.
Quem pode fazer?
Empresas não-optantes do Simples Nacional que atendam aos requisitos para ingresso no Regime.
As empresas em início de atividade podem realizar o agendamento?
Não. Aquelas que estão iniciando formalmente suas atividades podem aderir ao sistema a qualquer momento. Aquelas que já atuam formalmente só podem aderir no mês de janeiro de cada ano e para elas é oferecido o agendamento.
Como fazer?
Acessando o serviço ‘Agendamento da Solicitação da Opção pelo Simples Nacional’ disponível no item ‘Contribuintes’ no Portal do Simples Nacional na internet.
Quando fazer?
O serviço estará disponível no Portal do Simples Nacional entre o primeiro dia útil de novembro (3) e o penúltimo dia útil de dezembro (30).
Quais os efeitos?
O agendamento confirmado gerará o registro da opção pelo Simples Nacional no primeiro dia do ano-calendário subseqüente.
Quando o Termo de Deferimento será disponibilizado?
O Termo de Deferimento relativo à opção decorrente do agendamento confirmado estará disponível no Portal do Simples Nacional no primeiro dia útil do mês de janeiro do ano-calendário subseqüente.
O que fazer após ter o agendamento confirmado?
Não há necessidade de se realizar qualquer procedimento adicional, exceto quando a empresa incorrer em alguma condição impeditiva ao ingresso no Regime, quando então deverá cancelar o agendamento.
O que fazer quando o agendamento não for aceito (rejeitado)?
Regularizar as pendências identificadas e proceder a um novo agendamento. Caso as pendências não sejam regularizadas até o fim do prazo do agendamento, a empresa ainda poderá solicitar a opção no mês de janeiro e regularizá-las até o término deste mês.
Como cancelar o agendamento?
Por meio do serviço ‘Cancelamento do Agendamento da Opção pelo Simples Nacional’ disponível no Portal durante o período do agendamento. Após o período do agendamento, caso a empresa deseje cancelar a opção agendada, deve-se proceder à exclusão do Regime por meio do serviço ‘Exclusão do Simples Nacional’ disponível no Portal.
Como verificar se o agendamento foi efetuado?
Para verificar a existência de agendamento, deve ser acessado o serviço ‘Agendamento da Opção pelo Simples Nacional’ disponível no Portal. Serão exibidos data, hora e número do agendamento confirmado.

A partir do dia 3 de novembro e até o dia 30 de dezembro de 2009, as micro e pequenas empresas poderão agendar, para janeiro, sua opção pelo Simples Nacional – que é o sistema simplificado de arrecadação de tributos dessas empresas.

Conforme a Secretaria Executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional, o agendamento será feito por meio do site do Simples Nacional – portal da Receita Federal do Brasil (www.receita.fazenda.gov.br) – no serviço ‘Agendamento da Solicitação da Opção pelo Simples Nacional’, item ‘Contribuintes’.

Podem aderir ao Simples Nacional empresas com receita bruta anual de até R$ 2,4 milhões e que estejam entre as atividades econômicas permitidas para o sistema. As novas empresas, ou seja, aquelas que estão iniciando formalmente suas atividades, podem aderir ao sistema a qualquer momento. Aquelas que já atuam formalmente só podem aderir no mês de janeiro de cada ano.

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6 dicas para dar um bom feedback

Este é um assunto muito evitado, ninguém gosta de dar um feedback negativo, vou tentar aqui facilitar este momento com algumas dicas de formato e comportamento:

  1. Utilize o formato “Sanduíche”. O feedback deve ter três etapas, a primeira é elogiar pontualmente, indicando coisas que a pessoa fez que foram corretas e valiosas. A segunda etapa é sugerir algo para melhorar o desempenho da pessoa, de forma pontual indique quais ações melhorariam seu desempenho se as adotasse. A terceira e última etapa é fazer um apanhado geral, de forma positiva, para que as novas ações sejam tomadas e os resultados sejam melhores ainda.
  2. Não dê o feedback em público. Ninguém gosta de ouvir feedbacks negativos em público, além do que, ele é o único interessado em ouvir o que você tem a dizer. Leia Mais »

Relacionamento, redes sociais e o cliente!

Hoje meu irmão me contou uma historia bem interessante que aconteceu com ele e a DELL. Seu notebook havia queimado a saída de áudio, impossibilitando-o de ouvir música, assim ele entrou em contato com a empresa que solicitou que fizesse alguns testes, assim que foram realizados concluiu-se que realmente havia um defeito e assim a empresa enviou um técnico em sua casa. Chegando lá o técnico trocou a placa mãe do notebook NA HORA, bem ali na frente dele e deixou tudo funcionando como era antes, tudo redondo. O mais interessante é que tanto eu quanto ele ficamos de boca aberta com essa eficiência e atenção por parte da DELL, que resolveu seu problema sem nenhum tipo de taxa ou burocracia, estamos tão acostumados em ver o mau atendimento que realmente é de se espantar.

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7 dicas para o almoço de negócios

No nosso dia a dia temos várias oportunidades de encontros de negócios, uma bem comum é o almoço de negócios. Já li e ouvi várias dicas sobre o comportamento nestas ocasiões, resolvi sintetizá-las aqui.

A função principal do almoço de negócios é se aproximar de alguém que trabalhará com você ou de alguém que já faz parte da sua empresa. Com a agenda diária lotada este tipo de evento se mostra bem produtivo e útil. Vamos às dicas: Leia Mais »

Internet é a ferramenta de relacionamento da vez

Gostaria de postar aqui hoje mais uma matéria para reforçar o quanto a internet é importante para as MPEs quando se fala em relacionamento com mercado. Não basta ter um site “cartão de visita”, precisa existir interatividade e participação do cliente e a internet nos traz isso como também uma forma aproximar as empresas de seus clientes e fornecedores.

Este texto a seguir fala um pouco sobre esse relacionamento na internet.

Boa leitura!

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