Arquivo para August, 2009

Pequenos varejistas se destacam no e-commerce

Long Tail apresenta crescimento de 1,62%

O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.
A confiança que o canal traz ao consumidor e a maior conscientização no ato da compra continuam sendo fatores que contribuem para essa tendência de aumento nas vendas. “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, explica o Diretor Feral da e-bit, Pedro Guasti.
Além disso, de acordo com Guasti, enquanto o Brasil não tiver uma taxa elevada de brasileiros com acesso à internet, as chances de aumentar a base de pessoas conectadas são grandes e, consequentemente, de consumidores do e-commerce. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.
Long Tail
O cenário para os varejistas on-line, no entanto, agora se mostra um pouco diferente. Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share.
Em geral, o perfil destes varejistas é composto por empresas que buscam oportunidades de crescimento rápido em nichos de mercado. Para isso, atuam em categorias em que as grandes ainda não estão inseridas, como artesanato, cestas de café da manhã, flores, livros técnicos e artigos de moda.
As ofertas de plataformas de tecnologia para o e-commerce com preços acessíveis são um fator importante para o crescimento. Outra ferramenta de destaque são os serviços de apoio oferecidos por sites como o próprio e-bit, que avaliam as empresas e certificam de acordo com a qualidade, o que ajuda a fortalecer a marca e a confiança do consumidor.
Importância do Marketing digital
Um ponto fundamental é o investimento em Marketing. “Lojas pequenas podem investir em serviços de busca e comparação de preços para posicionar seus produtos ao lado de lojas tradicionais”, explica o diretor geral da e-bit em entrevista ao Mundo do Marketing.
Estratégias como investimento em publicidade on-line e e-mail marketing também são importantes, além do acompanhamento de mídias sociais, para mostrar ao consumidor que a empresa está atenta às novas mídias e tecnologias. “É necessário entender qual sua reputação no mercado, acompanhando comentários e reclamações que os clientes deixam na própria rede. Mas também é importante investir em publicidade para que a marca não fique esquecida na internet”, diz Guasti.
Casos de sucesso
Mesmo com o crescimento do pequeno varejo na internet, a participação deles ainda é tímida. Ao todo, estas empresas representam 9,7% do mercado de e-commerce no Brasil. Dificuldades em investir e aguardar o retorno sobre o investimento a médio e longo prazo, além da falta de conhecimento em relação à marca, são os principais problemas enfrentados pelos pequenos e médios varejistas.
Em compensação, este grupo tem como vantagem a velocidade em poder tomar decisões, aplicando uma ideia e vendo o resultado com maior rapidez. “Os grandes muitas vezes têm presença no mundo off-line e acabam entrando em conflito com o canal de vendas tradicional, o que impede que uma ação mais agressiva no canal on-line”, explica Guasti.
A Giuliana Flores, presente desde 1990 no mercado de flores, inaugurou em 2000 a sua loja on-line ao perceber a importância do e-commerce. Hoje, os números mostram o sucesso da empresa. Em 2004 o site registrou 2.300 vendas por mês e este ano já são 10 mil a cada mês. O acesso ao site também cresceu. Há cinco anos eram 60 mil internautas clicando na loja on-line da Giuliana Flores por mês contra 300 mil atualmente.
Investimento no exterior
Um ano após o lançamento do site, a Giuliana Flores fechou parceria com o Bradesco para fortalecer sua marca. Junto com as faturas do cartão de crédito, o cliente do banco recebia um encarte da marca com os produtos, site e telefone. A ação deu tão certo que até hoje a loja faz parcerias do tipo com bancos e seguradoras.
Segundo o diretor da empresa, Clovis Souza, outra ação recente que teve resultado muito positivo foi divulgar a marca em comerciais na Globo Internacional, durante o intervalo da novela das oito. A iniciativa teve como foco os brasileiros que vivem no exterior.
“Tínhamos uma média de 600 visitas (do exterior) por semana. Depois deste comercial, o número passou para 3.900 visitas, com conversão de 6%. O resultado foi tão positivo que estendemos também para o Dia dos Namorados”, diz Clovis Souza em entrevista ao site.
Parcerias
Para fortalecer ainda mais a marca, a Giuliana Flores adesivou as 280 lixeiras do Aeroporto de Congonhas e já fechou parceria para fazer o mesmo no de Cumbica, ambos em São Paulo. Além disso, como diferencial, a empresa trabalha com produtos de grandes marcas como Kopenhagen, Havana, Amor aos Pedaços e Ofner, que acompanham os arranjos de flores.
Prestes a completar um ano e meio no mercado de cama, mesa e banho, a PorCasa também comemora os bons resultados. Por insistência de Natan Sztamfater – hoje diretor da loja on-line – a marca inaugurou sua loja virtual quatro meses depois da abertura da loja física.
“Hoje ninguém abre uma loja de varejo on-line sem o pensamento de aumentar o volume de vendas. A decisão de abrir apenas uma loja e não uma rede foi justamente porque o peso do investimento seria feito no on-line”, explica Natan em entrevista ao Mundo do Marketing.
Presença em redes sociais
Ações de Marketing Digital e a presença nas redes sociais foram responsáveis pelo crescimento da PorCasa. Os investimentos em links patrocinados do Google chegam a R$ 60 mil por mês. O envio de e-mail marketing e a presença em sites como Buscapé e outros comparadores de preço também auxiliam a divulgação da marca.
As redes sociais funcionam como um termômetro para a empresa que acompanha as avaliações dos consumidores sobre a loja. O retorno das ações aparece nos resultados. No fechamento de 2008, a empresa alcançou um faturamento de R$ 2,6 milhões. Para 2009, a estimativa é de alcançar R$ 5 milhões.
Segundo Natan, o site também traz bons resultados para a loja física. Alguns clientes chegam a escolher os produtos pela loja on-line e finalizam a compra pessoalmente. Por outro lado, a valorização da loja física no site favorece a confiança na marca, a partir do momento em que o consumidor percebe que é uma loja “real”, como diz o diretor da PortCasa.
Natan ainda lembra outro fator que garante o sucesso. “Muitas vezes o pequeno varejista sente dificuldade em crescer no e-commerce porque é necessário um investimento forte. Mas para investir às vezes falta um profissional capacitado. Por isso, a PortCasa investe em seus profissionais. Pessoas da equipe participam de treinamentos específicos para que se familiarizem com o mundo on-line”, diz.

O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

A confiança que o canal traz ao consumidor e a maior conscientização no ato da compra continuam sendo fatores que contribuem para essa tendência de aumento nas vendas. “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, explica o Diretor Feral da e-bit, Pedro Guasti.

Além disso, de acordo com Guasti, enquanto o Brasil não tiver uma taxa elevada de brasileiros com acesso à internet, as chances de aumentar a base de pessoas conectadas são grandes e, consequentemente, de consumidores do e-commerce. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Long Tail

O cenário para os varejistas on-line, no entanto, agora se mostra um pouco diferente. Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share.

Em geral, o perfil destes varejistas é composto por empresas que buscam oportunidades de crescimento rápido em nichos de mercado. Para isso, atuam em categorias em que as grandes ainda não estão inseridas, como artesanato, cestas de café da manhã, flores, livros técnicos e artigos de moda.

As ofertas de plataformas de tecnologia para o e-commerce com preços acessíveis são um fator importante para o crescimento. Outra ferramenta de destaque são os serviços de apoio oferecidos por sites como o próprio e-bit, que avaliam as empresas e certificam de acordo com a qualidade, o que ajuda a fortalecer a marca e a confiança do consumidor.

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MEI – Micro Empreendedor Individual

Para quem ainda não teve acesso a esta informação, desde o fim de 2008 há uma nova opção para se formalizar, como MEI (Micro Empreendedor Individual):

O QUE É?

O Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar, no máximo, até R$ 36.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal, possa se tornar um Empreendedor Individual legalizado.

Entre as vantagens oferecidas por essa lei, está o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilitará a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

Além disso, o Empreendedor Individual será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos impostos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).

Pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 52,15 (comércio ou indústria) ou R$ 56,15 (prestação de serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

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O novo modelo de liderança

O verdadeiro papel do líder nas dificuldades é mostrar as oportunidades e fornecer o exemplo para aproveitá-las.

O novo modelo de liderança

O verdadeiro líder é aquele que traça a meta e cativa sua equipe para empreender a jornada. Ele alimenta o espírito de vitória da equipe, utilizando a pedagogia do exemplo e investindo nos pontos fortes de seus colaboradores.

O líder estabelece uma causa comum, um sonho coletivo. Na presença de um verdadeiro líder, todos, até mesmo os mais geniais, conseguirão chegar aonde não chegariam sozinhos.

O líder faz com que cada um dê o melhor de si em proveito de todos.

O papel do líder nas dificuldades é conduzir as pessoas a utilizarem todas as suas forças, todo seu entusiasmo, garra e determinação para obter o resultado máximo.

A atividade de um líder e de um gestor não está, e jamais esteve restrita às ações de medir, controlar e supervisionar.

Um verdadeiro líder inspira as pessoas com suas atitudes e trata com muita habilidade os ativos intangíveis da organização, tais como: prazer, satisfação, reconhecimento, autoestima, motivação, inspiração, clima e atmosfera organizacional.

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Dicas para e-commerce de sucesso

Todos sabem o quanto o comercio eletrônico tem crescido nos últimos tempos e quanto esta ferramenta tem sido um canal lucrativo de vendas para as empresas no mundo virtual. Cada vez mais, empresários têm aderido ao e-commerce, que permite acesso a todo o Brasil e ao mundo, ampliando significativamente o nicho de atuação.

De acordo com o 20ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) realizado pela e-bit, o faturamento para o setor foi de R$ 4,8 bilhões nos primeiro 6 meses do ano, o que representa 27% em relação ao primeiro semestre de 2008, quando registrou R$ 3,8 bilhões.  As pessoas que fazem compras online optaram por produtos de maior valor agregado, chegando a um tíquete médio de R$ 323.

Mas, como sua empresa pode aproveitar melhor este crescimento continuo do e-commerce?

Relacionamento

Para começar, gostaria de colocar que, quando se trata de comercio eletrônico, qualquer detalhe que não passe segurança ao comprador, já é um motivo para que ele passe para outra loja virtual. Este ponto é indispensável. Muitos consumidores virtuais vão a um e-commerce por indicação, sempre procuram alguém que tenha comprado algo em tal loja. Então começar com uma boa estratégia de marketing relacionamento é o primeiro passo para ser bem sucedido nas vendas pela internet. Relacionamento transparente e que permita que o cliente possa interferir no negócio da empresa, gerando interatividade.

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Já é possível ganhar dinheiro, e se divertir, com um site ou blog

Dailton Felipini
A Internet já conta com tantas páginas publicadas que é impossível se chegar a um número exato. E a cada minuto novas páginas sobem para fazer parte desse universo. Para a maioria das pessoas, publicar algo na Internet é apenas uma diversão, ou hobby, mas é possível compatibilizar isso com algum ganho financeiro, que se não é suficiente para deixar ninguém rico, pelo menos dá para pagar a hospedagem, o desenvolvimento de um site simples e ainda sobrar algum extra.  O caminho para gerar receitas é a utilização parcial do site para publicidade. É interessante notar que durante o boom da Internet, a maioria dos projetos tinha como modelo de negócio a geração de conteúdo e a venda de espaço publicitário e praticamente todos fracassaram, ou tiveram o modelo de negócio alterado drasticamente. Então por que isso passou a ser viável agora, embora em dimensões mais modestas?
Existem três razões para isso, a primeira é que a Internet dispõe hoje do que se convencionou chamar de “massa crítica”, conceito emprestado da sociologia que significa a existência de uma quantidade de pessoas que possibilite a realização de determinada ação. No caso, trata-se da existência de internautas e consumidores on-line em número suficiente para alavancar os negócios na Internet. O Brasil já conta com cerca de 50 milhões de internautas e algo próximo a 17 milhões de consumidores on-line, número de pessoas mais do que suficiente para gerar negócios, benefícios e renda na web. A segunda razão é a maior facilidade para se montar um site e inserir publicidade Isso em decorrência da existência de ferramentas que possibilitam a qualquer leigo publicar sua página em questão de minutos, bem como da existência de inúmeros desenvolvedores de baixo custo. A terceira razão é a maior facilidade de se encontrar anunciantes e parceiros comerciais por meio de soluções como o Adsense ou Programas de afiliados.
Google Adsense e Programas de afiliados
O Adsense é a solução do Google que possibilita ao editor publicar  anúncios em todas as páginas de seu site, simplesmente inserindo um código disponibilizado pelo software nessa página. O Google oferece a solução de gerenciamento, localiza os anunciantes, publica nas páginas determinadas e deposita a receita dos anúncios em sua conta bancária. Já um Programa de afiliados é uma solução oferecida por sites de e-commerce que buscam ampliar o seu alcance mercadológico por meio de sites parceiros.  O editor escolhe um fornecedor de produtos compatível com o publico do site e que possua um sistema gerenciador de afiliados, cadastra-se e coloca em páginas selecionadas do site o anúncio desse fornecedor. O sistema vai registrar todas as vendas decorrentes do site afiliado e vai lançar a comissão em sua conta bancária no final do período combinado. As duas formas são interessantes para a geração de receitas e o melhor é que podem ser utilizadas simultaneamente.
A boa notícia final é que a competição entre os sites de e-commerce, tende a se acirrar fortemente na Internet. Isso significa que sites de conteúdo que ofereçam uma boa quantidade de visitantes com público homogêneo terão cada vez mais anunciantes interessados em seu espaço publicitário.

Dailton Felipini

A Internet já conta com tantas páginas publicadas que é impossível se chegar a um número exato. E a cada minuto novas páginas sobem para fazer parte desse universo. Para a maioria das pessoas, publicar algo na Internet é apenas uma diversão, ou hobby, mas é possível compatibilizar isso com algum ganho financeiro, que se não é suficiente para deixar ninguém rico, pelo menos dá para pagar a hospedagem, o desenvolvimento de um site simples e ainda sobrar algum extra.  O caminho para gerar receitas é a utilização parcial do site para publicidade. É interessante notar que durante o boom da Internet, a maioria dos projetos tinha como modelo de negócio a geração de conteúdo e a venda de espaço publicitário e praticamente todos fracassaram, ou tiveram o modelo de negócio alterado drasticamente. Então por que isso passou a ser viável agora, embora em dimensões mais modestas?

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Empresas 2.0 – O Presente

Por Israel Wolf

Muito já se modificou desde o início da WEB 2.0, a nova era de interatividade com o usuário virtual. Hoje nos sentimos muito mais à vontade ao acessar nossos serviços virtuais do dia a dia, com tudo personalizado e escolhido por nós. Os que mais me agradam neste sentido são os sites do ramo financeiro e suas vastas opções de produtos e serviços a serem oferecidos a cada usuário a partir do seu perfil, que você mesmo define qual é, e não seu cadastro definido pela sua renda ou saldo bancário.

Acredito que a WEB 2.0 veio não só como um novo modelo de interatividade virtual, mas como um aviso para todo o mercado, mostrando que o aumento de participação do cliente tem um impacto considerável sobre o negócio. Foi-se o tempo em que apenas a pesquisa usual de mercado definia o modelo de negócio correto e todos os aspectos a serem definidos, é importante hoje praticar a interatividade instantânea e constante, permitindo a adequação do seu negócio ao seu cliente.

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14 dicas fundamentais para quem tem um negócio em casa

As sugestões abaixo foram obtidas com professores e consultores da FGV, do Ibmec e do Sebrae e a partir do livro 101 Maneiras de Ganhar Dinheiro Trabalhando em Casa, de Dan Ransey. Confira.

- Antes de começar qualquer negócio, procure conhecer a fundo o ramo em que pretende investir. Analise a concorrência na região, faça cursos, vá a feiras e seminários, pesquise produtos e serviços similares na internet, identifique seus futuros clientes e suas necessidades. E, claro, faça um plano de negócios

- Fique atento às questões de zoneamento, higiene e saúde, em geral rigorosas para quem atua nas áreas de alimentos e cosméticos. Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza são algumas das cidades do país que têm legislação específica para quem trabalha em casa. Verifique a legislação que rege o zoneamento do bairro onde você mora e veja se há qualquer impedimento para a abertura de empresa em casa

- Não se esqueça de pedir o alvará de funcionamento na prefeitura de sua cidade

- Solicite um segundo alvará ao órgão responsável pela vigilância sanitária, caso você pretenda trabalhar com alimentos. A legislação tem regras rígidas: a cozinha, por exemplo, não pode ser a mesma usada por moradores. Precisa ser instalada em área independente, com azulejos até o teto e piso impermeabilizado, entre outros itens
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50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site

Saiba como criar, organizar, administrar e divulgar a sua marca virtualmente – além de atrair clientes e vender mais pela internet

Por Wilson Gotardello Filho

Manter um site bombando é indispensável nos dias de hoje. Uma presença marcante na rede divulga a marca, estreita o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders e impulsiona as vendas. Com a cultura empresarial cada vez mais interativa, estar bem posicionado na internet e saber utilizar as redes sociais torna-se a cada dia mais importante. Pequenas Empresas & Grandes Negócios reuniu 50 dicas para você desenvolver o site dos seus sonhos

1>>>DELINEIE UMA ESTRATÉGIA

Uma das dicas para ter um bom site está na ponta da língua de todos os especialistas: saiba exatamente o que você espera dele. “Muitas vezes as empresas querem tudo, e isso não é possível”, diz Raquel Horta, da Mapa Digital. Se a intenção da empresa for vender pela rede, o site deve ser desenhado de uma maneira; se a ideia for apenas divulgação, de outra. “O empreendedor deve focar no objetivo real do projeto para só então definir recursos e funcionalidades”, afirma Alexandre Nucci Soncini, diretor da agência especializada WX7

2>>> ANALISE A CONCORRÊNCIA

Se você está montando o seu primeiro site, é interessante observar quais são as páginas e os recursos utilizados pelos seus concorrentes. “Não deixe de buscar referências no setor”, diz Raquel Horta, da Mapa Digital

3>>>ESTUDE O PÚBLICO

Invista em pesquisas para saber o que o seu público quer ver em um site. Caso a empresa não possua recursos para contratar uma agência de pesquisa, a ferramenta Google Analytics é uma boa alternativa para identificar o perfil dos seus consumidores. “É importante saber quem acessa o seu site”, explica Raquel Horta. A fabricante de preservativos Blowtex, por exemplo, identificou um desejo entre os internautas de ter mais do que informações sobre os seus produtos e resolveu criar uma área com dicas de baladas e shows. Hoje, essa é uma das seções do site com mais acessos, segundo Marco Martinez, diretor da empresa

4>>>DEFINA QUEM VAI DESENVOLVER O SITE

Com o avanço da tecnologia, ferramentas de criação de sites estão à disposição dos usuários nos grandes portais por preços a partir de R$ 15 por mês. Os recursos são mais limitados do que quando se recorre a uma agência. Neste caso, gasta-se no mínimo R$ 4 mil – dependendo do projeto, o custo pode chegar a R$ 50 mil, segundo Darcy Barbará Filho, da WT11

5>>>INVESTIGUE AS AGÊNCIAS

Existem diversas formas de desenvolver um site, mas, se optar por uma agência, o ideal é averiguar sua infraestrutura e recursos. “Precisamos de uma empresa que ofereça forte suporte e equipe para atender à nossa demanda de atualização”, diz Thiago Chan, analista de marketing da fabricante de automóveis Troller. Regina Rezende, da representante de consórcios Rezende Santos, afirma que é fundamental avaliar os trabalhos anteriores da agência, além de checar com clientes como ela funciona

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Empreendedorismo X Amadorismo – A Diferença Fundamental

Por Fábio Luciano Violin 

Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae, em 11 estados brasileiros, a mortalidade das empresas no primeiro ano de vida situa-se entre 30% e 61%. Nos dois anos seguintes, os números sobem para 40% e 68%. No terceiro ano, a mortalidade chega a 73%. 

Em outra pesquisa realizada pela UFPR, segundo a opinião de estudantes, os fatores que mais contribuem para o sucesso de um novo negócio, em ordem de importância, são: 

Informações e conhecimento; persistência e perseverança; recursos financeiros; qualidade no que faz; dedicação; força de vontade e capacidade de assumir riscos (este fator, apesar de ter sido pouco citado é considerado relevante). 

Quais são as razões que levam uma pessoa a deixar a empresa onde trabalha (por vontade ou demissão) e se empenhar em um novo negócio? 

E mais: algumas fazem um grande sucesso, ao passo que outros tomam o mesmo caminho e acabam fracassando. As razões para o insucesso podem ser várias, entre as mais comuns está a localização errada. Abrem um negócio sem um estudo de viabilidade, não analisam a concorrência, não possuem diferencial competitivo, não têm a menor idéia de como lidar com estrutura de custos e formação de preço, ou ainda pior… Não têm o espírito empreendedor. 

O brasileiro, por natureza, é empreendedor. Em um estudo mundial, constatou-se que o Brasil é o país com maior número de empreendedores, na frente dos Estados Unidos, da Suécia, da Itália, entre tantos outros. 

No entanto, existe um dado importante: somos os mais empreendedores do mundo, porém temos um percentual de mortalidade de novas empresas igualmente impressionante. 
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Empreendedorismo na Internet

Dailton Felipini
Muitas vezes potencializado pela diminuição constante na oferta de empregos, o empreendedorismo é um sonho acalentado por muitas pessoas pelo fato de  representar uma nova oportunidade de crescimento pessoal e financeiro. Para se ter uma idéia da dimensão do empreendedorismo no Brasil, dados do Sebrae, mostram que, já lá atrás, em 1997, cerca de 2 milhões de pessoas buscavam informação e orientação nos balcões daquele órgão. Na mesma linha, estudo mais recente realizado pela Associação Comercial de São Paulo e seu Fórum de Jovens Empresários, indica que, nada menos do que 8 em cada 10 estudantes universitários em São Paulo, gostaria de se tornar empreendedor e montar seu próprio negócio. E foi justamente um estudante, quem me fez a pergunta sobre a viabilidade do empreendedorismo na Internet. Questão que, no meu entender, merece um sonoro “SIM” como resposta, pelas seguintes razões:
O Empreendedorismo na internet representa novas oportunidades.
Isso tem duas implicações. A primeira, é que o conhecimento relacionado a esse novo ambiente de negócios, o chamado “know-how”, ainda não está plenamente difundido. Na verdade, os empresários, pesquisadores e estudiosos do ecommerce, ainda estão buscando conhecimento e aprendendo com os erros e acertos ao longo do caminho.  Isso funciona como uma espécie de nivelador e diminui a distância entre quem já está no jogo há mais tempo e quem entrar nele agora, o que é positivo para o empreendedorismo na Internet. Também relacionado à questão da novidade da área, é fato que ainda existem muitos nichos de mercado interessantes para serem explorados. Pequenos segmentos que eventualmente não interessam às grandes empresas, ou passaram despercebidos, ou que ainda não estão totalmente maduros,  podem representar uma excelente oportunidade de negócios para um empreendedor com visão e mente abertos.
O Empreendedorismo na Internet exige menos investimento.
Quanto custa a montagem de um site de ecommerce e quanto custa a montagem de uma loja física? Quanto representa o custo de hospedagem de um site num Shopping Virtual em relação ao aluguel e luvas de uma loja num Shopping Center? Sem dúvida, o desembolso é sensivelmente menor para o empreendedor na Internet, particularmente no caso do varejo. É claro que você pode gastar os tubos em um site  se quiser,  e muita gente faz isso, mas, no que se refere a investimentos e custos, o fato concreto é que o empreendedorismo na Internet leva uma enorme vantagem. Para um empreendedor que, via de regra, dispõe de poucos  recursos esse é um aspecto extremamente relevante.
O empreendimento pode ser implantado aos poucos e testado.
Diferentemente de um negócio tradicional, onde o inicio das operações geralmente ocorre somente com o empreendimento  totalmente estruturado, um negócio na Internet pode ser implantado em etapas, diluindo o investimento e facilitando a correção de erros. Imagine que você queira montar, por exemplo, uma tabacaria. Se sua loja for no shopping ou na rua, você só poderá receber o primeiro cliente com a loja totalmente pronta, e se não entrar um só gato pingado depois, paciência! Lá se vai praticamente todo o investimento por água abaixo. Na Internet você pode montar um site de conteúdo, com ou sem sua marca definitiva,  testar a aceitabilidade de seu modelo de negócio e produtos, avaliar a visitação, e só  depois começar a vender. É claro que isso representa tempo, mas é um tempo muito bem gasto que pode representar a diferença entre ganhar ou perder o jogo depois. E essa questão, nos leva ao último argumento a favor do empreendedorismo na Internet
O momento do empreendedorimo na internet é agora.
Se você pensasse em ser um empreendedor na Internet há quatro anos atrás, ainda no século passado, provavelmente já teria sido varrido do mercado juntamente com milhares de pequenos, médios e grandes empresários que fizeram parte da “Internet eufórica”. Ou então, teria sobrevivido, numa espécie de concha aguardando a maré do mercado trazer uma quantidade razoável de compradores potenciais para começar a vender de verdade. O quadro hoje está mudado. A pesquisa mais recente do ibope eRatings, mostra que no mês de maio o número de Internautas ativos no Brasil, atingiu 7,9 milhões de pessoas e, o que é mais importante, 44% desses internautas (3,5 milhões de pessoas) fizeram compras on-line, o que definitivamente, não é pouca coisa. É claro que quando tivermos 10, 15 ou quem sabe 20 milhões de compradores vai ser melhor ainda. O problema para o empreendedor na Internet é que nesse momento, a coisa já não será mais novidade e boa parte das vantagens anteriormente assinaladas terão desaparecido. O conhecimento vai estar mais disseminado, muita gente boa e de peso estará estabelecida, já não haverá tantos nichos de mercado a disposição e assim por diante. Logicamente o grau de incerteza será menor, mas em contrapartida, a competição será muito mais feroz. Portanto, senhores empreendedores, façam suas apostas porque o jogo do empreendedorismo já está sendo jogado também na Internet.

Dailton Felipini

Muitas vezes potencializado pela diminuição constante na oferta de empregos, o empreendedorismo é um sonho acalentado por muitas pessoas pelo fato de  representar uma nova oportunidade de crescimento pessoal e financeiro. Para se ter uma idéia da dimensão do empreendedorismo no Brasil, dados do Sebrae, mostram que, já lá atrás, em 1997, cerca de 2 milhões de pessoas buscavam informação e orientação nos balcões daquele órgão. Na mesma linha, estudo mais recente realizado pela Associação Comercial de São Paulo e seu Fórum de Jovens Empresários, indica que, nada menos do que 8 em cada 10 estudantes universitários em São Paulo, gostaria de se tornar empreendedor e montar seu próprio negócio. E foi justamente um estudante, quem me fez a pergunta sobre a viabilidade do empreendedorismo na Internet. Questão que, no meu entender, merece um sonoro “SIM” como resposta, pelas seguintes razões:

O Empreendedorismo na internet representa novas oportunidades.

Isso tem duas implicações. A primeira, é que o conhecimento relacionado a esse novo ambiente de negócios, o chamado “know-how”, ainda não está plenamente difundido. Na verdade, os empresários, pesquisadores e estudiosos do ecommerce, ainda estão buscando conhecimento e aprendendo com os erros e acertos ao longo do caminho.  Isso funciona como uma espécie de nivelador e diminui a distância entre quem já está no jogo há mais tempo e quem entrar nele agora, o que é positivo para o empreendedorismo na Internet. Também relacionado à questão da novidade da área, é fato que ainda existem muitos nichos de mercado interessantes para serem explorados. Pequenos segmentos que eventualmente não interessam às grandes empresas, ou passaram despercebidos, ou que ainda não estão totalmente maduros,  podem representar uma excelente oportunidade de negócios para um empreendedor com visão e mente abertos.

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